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Trata-se de um significativo conjunto de cerca de seis mil folhas manuscritas, cronologicamente situadas, na sua grande maioria, entre meados do século XVIII e a primeira metade da centúria seguinte. A temática desta documentação diz respeito às relações entre as autoridades portuguesas e chinesas a propósito do território de Macau, versando múltiplos e variados temas, no âmbito dos contactos ofic
No dia 17 de Janeiro de 1670, saíu do porto de Macau para Timor o navio de Miguel Grimaldi. No dia 25 de Janeiro de 1670, partiu do porto de Macau para Larantuca uma nau pertencente a D. Catarina de Noronha, denominada Nossa Senhora do Rosário e Almas do Purgatório, tendo por capitão Diogo Monteiro.
No dia 17 de Janeiro de 1728, D. Alexandre Metelo de Sousa e Meneses embarcou na Praia Pequena, acompanhado pelo Governador e grande número de cidadãos e moradores. Com ele ainda as três companhias, guarda e pessoal do séquito da luzida embaixada que D. João V enviou à China; utilizou a mesma vistosa ponte que fora armada quando veio de Cantão, para seguir para a nau Madre de Deus, que o deveria conduzir ao reino. O Senado de Macau dispendeu trinta mil taeis com esta embaixada. Ao chegar a Lisboa (21 de Novembro) foi nomeado conselheiro do Conselho Utramarino.
(17 de Janeiro de 1802) Carta de Lord Wellesley, Governador Geral da Índia Inglesa, ao Governador de Macau, José Manuel Pinto, anunciando que, na sequência da notícia vinda da Europa em como os portugueses e franceses tinham feito um acordo que comprometia os interesses de Sua Majestade Britânica, dera ordens às forças inglesas estacionadas em Cantão para ocupar Macau; a rendição de “Macau e suas dependências” deveria processar-se em termos pacíficos. (In: “Colleçam authentica de todas as Leys, Regimentos,Alvarás, e mais ordens que se expediram para a Índia desde o estabelecimento destas Conquistas; Ordenada por Provizam de 28 de Março de 1754”. - Museu Britânico - Londres - Colecção e transcrição de Armando Cortesão em 1937, doada à Universidade de Coimbra – Biblioteca de Matemática). A hábil manobra inglesa incomodou mas não resultou.
Filho do oficial da Marinha Isidoro Francisco Guimarães e de Maria Gertrudes Ferreira Souto, Isidoro Guimarães nasceu em Lisboa no dia 29 de Abril de 1808. Seguiu a carreira militar na Marinha, o que não o impediu de completar os cursos de Matemática e Filosofia na Universidade de Coimbra. Adepto das ideias liberais, Isidoro Guimarães emigrou para a Galiza, donde partiu para a Inglaterra em Setembro de 1828. Seguiram-se os Açores e o desembarque no Mindelo a 8 de Julho de1832. No mês seguinte, foi nomeado Ajudante de Ordens do Comandante das Forças Navais do Douro e, a partir desta altura, progrediu na sua carreira militar tendo comandado navios importantes, como por exemplo o brigue-escuna Faro, a escuna Amélia, os brigues D. Pedro, Douro e Mondego. A 9 de Agosto de 1849 foi-lhe atribuído o comando da corveta D. João, com o objectivo de realizar uma comissão de serviço que o levou a Angola, Brasil e Macau. Nomeado governador de Macau, tomou posse no dia 19 de Novembro de 1851, tendo permanecido neste cargo cerca de doze anos seguidos, o que foi um contributo importante para garantir a estabilidade política do estabelecimento. Uma outra foi, sem dúvida, o facto de já ter um conhecimento profundo da realidade local, devido à sua permanência em Macau como comandante da corveta D. João I. O seu grande objectivo governativo foi o de garantir a consolidação das conquistas políticas e económicas alcançadas pelo governador João Maria Ferreira do Amaral (1846-1849). Assim, Isidoro Guimarães assumiu, quer a nível interno, quer externo, uma liderança onde se salientou o seu espírito de reformista e de diplomata. O saneamento das finanças de Macau foi uma das primeiras preocupações de Guimarães. A partir de 1856 deixou de socorrer-se das letras enviadas via agência Financial de Londres e viu atingido um dos seus principais objectivos: alcançar o equilíbrio das finanças públicas da Província. Conquista alcançada graças ao facto de ter ao seu dispor novas fontes de rendimento, nomeadamente através da venda de exclusivos: carnes, fantan 番攤, lotaria e ópio cozido. Por outro lado, a actividade comercial girava cada vez mais em torno do tráfico de cules, iniciado no porto de Macau em 1851, assistindo-se também a um incremento de trocas com os portos chineses situados mais a norte, onde pautava uma crescente actividade das lorenas de Macau. Durante a governação de Francisco António Gonçalves Cardoso (1851), antecessor de Guimarães, iniciaram-se contactos não oficiais com as autoridades chinesas no sentido de se tentar o regresso dos comerciantes chineses - hangs 行 - a Macau, por se considerar que a sua saída para Huangpu 黃埔, na sequência da expulsão dos hopos (hubu 戶部) em 1849, estava a ter reflexos negativos na actividade económica do Estabelecimento. Estes contactos prosseguiram durante o governo de Isidoro Guimarães, com o conhecimento do governo de Lisboa e sob a pressão do Leal Senado, que, num relatório datado de 1852 propôs o regresso do hopo {hubu 戶部) e dos hangs 行. A dificuldade em obter resultados imediatos com as reformas económicas introduzidas por Ferreira do Amaral, expressas fundamentalmente em torno da franquia do porto, levava a que a elite s6cio-política da Cidade olhasse para o regresso ao passado como a alternativa possível. Por seu lado, dando resposta às informações que chegavam de Macau, o governo de Lisboa preparou um decreto que abria a porta à reinstalação dos hopos (hubu 戶部), deixando contudo a sua publicação ao cuidado do governador, que seria a pessoa mais bem colocada para julgar, em última instância, sobre a pertinência da decisão. Os contactos mantidos por Isidoro Çuimarães com as autoridades chinesas rapidamente o fizeram compreender que o recuo da administração de Macau face os hopos (hubu 戶部) iria ter implicações políticas que colocariam em causa a autonomia alcançada por João Maria Ferreira do Amaral. Por isso, em Fevereiro de 1853, o governador informou o governo de Lisboa que manteria suspensa aquela legislação enquanto não houvesse certezas inequívocas da necessidade do regresso dos hopos {hubu 戶部) e dos hangs 行 a Macau. Esta decisão exigiu redobrados cuidados no sentido de atingir a saneamento financeiro do Estabelecimento, sob pena de ser acusado de uma má opção quanto à política alfandegária que seguiu. Ao nível da política externa, importa realçar a acção diplomática desenvolvida pelo governo de Isidoro Francisco Guimarães em todo o Extremo Oriente, tendo como objectivo afirmar a presença portuguesa no novo contexto político e económico aberto com a I Guerra do Ópio. Neste sentido, deslocou-se a Banguecoque, onde assinou no dia 10 de Fevereiro de 1859 um Tratado de Amizade, Comércio e Navegação com o governo do Sião. No ano seguinte, foi a vez do Japão. Na sequência do processo de abertura deste império ao mundo ocidental Isidoro Guimarães deslocou-se a Iedo, onde assinou também um tratado em nome de Portugal, no dia 3 de Julho de 1860. Mas a sua missão mais difícil revelou-se na obtenção de um acordo com o governo de Pequim. Dificuldades acrescidas, devido à situação política e social que o Celeste Império conheceu ao longo da década de 1850: a revolta Taiping 太平 e as novas Guerras do Ópio (1856-1860), não obstante a política de neutralidade seguida por Macau, não facilitaram o caminho para a celebração de um tratado entre Portugal e a China. Por outro lado, ao contrário das expectativas então alimentadas, não se verificou o apoio da Grã-Bretanha, conforme foi insistentemente solicitado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros português. Por isso, só em 1862 é que foi possível alcançar o desejado tratado luso-chinês. Isidoro Francisco Guimarães, acompanhado por António Feliciano Marques Pereira (secretário), João Rodrigues Gonçalves (intérprete) e Jerónimo Osório de Castro Cabral e Albuquerque (adido), chegou a Pequim no dia 9 de Junho de 1862. Ao longo de um difícil processo negocial, Isidoro Guimarães pretendeu garantir as vantagens económicas que a China já havia concedido a outras potências, e ainda obter o reconhecimento de que Macau era território português, como forma de reforçar a autonomia conquistada por Ferreira do Amaral através da sua política do 'facto consumado'. Finalmente, no dia 13 de Agosto de 1862, Isidoro Francisco Guimarães, na sua qualidade de ministro plenipotenciário, e Hang Ki (Heng Qi 恆祺), alto comissário imperial, assinam em Tianjin 天津 um tratado de amizade e comércio. Isidoro Francisco Guimarães regressou a Macau e pediu a demissão das funções governativas que já desempenhava há cerca de doze anos, alegando motivos de saúde, e no dia 29 de Janeiro entregou a governação ao Conselho de Governo, embarcando de seguida para Hong Kong. A sua saída motivou várias manifestações de apreço pelo trabalho que desenvolveu no Território, por parte da comunidade chinesa e portuguesa. Uma vez em Lisboa, Isidoro Guimarães desempenhou as funções de Inspector Geral do Arsenal e Intendência da Marinha de Lisboa. A partir de 1865 iniciou também uma carreira política, ocupando o cargo de deputado durante alguns meses desse ano. Em Setembro foi escolhido para a pasta de Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar, cargo que desempenhou até 4 de Janeiro de 1868. De Setembro a Novembro de 1865 acumulou ainda com a pasta da Guerra. Depois de deixar as funções governativas, em 31 de Dezembro de 1868, Isidoro Guimarães foi nomeado vogal da Junta Consultiva do Ultramar e passou a vice-presidente no dia 3 de Fevereiro de 1869. Antes, em Janeiro já havia sido indigitado para Director Geral da Marinha. Três anos depois, Isidoro Guimarães virou novamente a sua atenção para Macau, ao presidir a um grupo de trabalho que tinha por missão elaborar um novo plano de organização militar do Território. A 8 de Janeiro tomou posse como Par do Reino. A sua brilhante carreira militar e política valeram-lhe numerosas condecorações, louvores e reconhecimentos pelo trabalho e empenho que sempre demonstrou em todos os cargos que ocupou ao longo da sua vida, como, por exemplo, título do Conselho de Sua Majestade Fidelíssima (1851), Visconde da Praia Grande de Macau (1862), oficial da Ordem de S. Maurício e S. Lázaro por concessão do rei de Itália, medalhas de D. Pedro e D. Maria, e Ajudante de Campo honorário do rei D. Luís. Isidoro Francisco Guimarães faleceu em Lisboa, no posto de vice-almirante, no dia 17 de Janeiro de 1883. [A.G.D.] Bibliografia: DIAS, Alfredo Gomes, 'Isidoro Francisco Guimariies. Um Governador e Três Tratados', in MacaU, n.o 32,(Macau, 1994), pp.59~65; DIAS, Alfredo Gomes, Sob o Signo da Transição, (Macau, 1998); REGO, José de Carvalho e, Figuras d'Outros Tempos, (Macau, 1994); VASCONCELOS SALDANHA, António; SANTOS ALVES, Jorge (dirs.), Governadores de Macau, (Macau, 2013).
No dia 17 de Janeiro de 1839, aparece o semanário Gazeta de Macao, editado por Manuel Maria Dias Pegado, irmão do célebre deputado macaense e lente de Matemática na Universidade de Coimbra, lente da cadeira de Física na Escola Politécnica, etc., Dr. Guilherme José António Dias Pegado. Já tinha existido uma Gazeta de Macao, de 3 de Janeiro de1824 a 13 de Dezembro de 1826. Esta nova série de 32 números termina em 29 de Agosto de 1839. Manuel Maria Dias Pegado, nascido em Macau a 29 de Setembro de 1805, foi da quinta geração da família macaense 'Pegado' de Macau- Foi o jornalista que mais jornais fundou ou editou em Macau, como O Portuguez na China, (1839-1843), a Gazeta de Macau, (1839), O Procurador dos Macaístas, (1844-1845), A Voz de Macau, (Hong Kong, 1846), etc.
No dia 17 de Janeiro de 1873, o Governador Januário de Almeida, Visconde de S.Januário, ordenou a execução da primeira fase do alargamento do aterro marginal do Porto Interior e simultânea regularização do regime da corrente do rio, numa extensão de 160 metros, desde a fortaleza da Barra até à Doca de Uong-Tch’oi; a canalização geral das ruas próximas do novo bazar e teatro china, junto da doca, que acabava de ser aterrada, denominada de Manuel Pereira, construção de um edifício destinado a quartel de uma bateria de artilharia, na Fortaleza do Monte; e a continuação da muralha e aterro marginal no Chunambeiro, próximo da Fortaleza do Bom Parto até à chácara de Maximiano António dos Remédios. (depois Hotel Bela-Vista).
Médico e publicista, nasceu em Almendra a 17 de Janeiro de 1887, e morreu a 7 de Maio de 1963, em Lisboa. Oriundo de uma família com poucos recursos económicos, era o mais velho de oito irmãos. Concluiu o liceu e fez os preparatórios de medicina, na extinta Escola Politécnica, na cidade do Porto. Devido à sua vocação musical, pois era considerado um exímio violinista, conseguiu angariar dinheiro para suportar as despesas do curso. Foi sempre um excelente aluno e obteve o seu diploma em 1912, na Faculdade de Medicina de Lisboa. Em 1913, ingressou como médico militar do Quadro de Saúde das Províncias Ultramarinas e foi promovido a alferes para os serviços de Saúde de Moçambique. No mesmo ano, partiu para Macau onde esteve até 1915, como médico militar. Ainda em 1915, foi destacado em comissão de serviço para Timor. Quando regressou a Macau, em 1916, rescindiu o seu contrato como médico militar. Passou a exercer clínica, como médico particular e foi o primeiro facultativo do “Partido Médico Municipal”, cargo recém-criado, conforme contrato com o Leal Senado. Na mesma altura, tomou a direcção do Hospital de S. Rafael, que segundo a sua orientação foi transformado numa unidade hospitalar eficiente. Foi o organizador do primeiro serviço cirúrgico individualizado, que se estabeleceu em Macau, e da primeira Maternidade ali criada, a que foi dada o nome de Dr. Soares. Também nesta ocasião, começou a fazer clínica na vizinha colónia de Hong Kong, tanto na comunidade portuguesa, como na inglesa e chinesa. Em 1927 foi a Portugal, por proposta dos seu irmãos, instalar na sua terra natal um lagar de azeite e uma moagem de cereais, sob a denominação de A Industrial de Almendra, Lda., que foi a antecessora da firma Soares e Irmãos Lda. Demorou-se em Portugal cerca de um ano e voltou a Macau, onde se manteve até Julho de 1937, data em que regressou definitivamente e fixou residência em Lisboa. Foi um homem que aprofundou e investigou a cultura chinesa e dominou o idioma, o que facilitou as suas relações com os chineses. A sua popularidade não foi reconhecida somente em Macau, mas também em Hong Kong e Xangai. Durante a sua estada de 22 anos em Macau foi considerado um distinto cirurgião, uma pessoa de espírito humanitário e altruísta, que auxiliou gratuitamente os mais humildes. A Santa Casa da Misericórdia de Macau, em sinal de reconhecimento, proclamou-o irmão benemérito, assim como o Leal Senado, também quis distingui- lo, dando o seu nome a uma artéria da cidade e proclamando-o cidadão macaense. O Dr. Soares foi o delegado do Governo no Congresso da Far Eastern Association of Tropical Medecine, celebrado em Wetervreden (Batávia), em Agosto de 1921. Em 1922, foi convidado pelo Governo de Singapura para representar Macau no Congresso da Liga para a repressão da prostituição no Extremo-Oriente, em Java, em 1937. Escreveu e publicou vários trabalhos e livros, entre os quais se destacam: o Hospital da Santa Casa da Misericórdia em Macau, com notas históricas, em 1927; em 1950, Macau e a Assistência – Panorama Médico-Social. Quando regressou definitivamente a Portugal, no ano de 1937 e fixou residência em Lisboa, dedicou-se exclusivamente à representação da firma A Industrial Almendra, exercendo clínica somente para os familiares e amigos. [M.J.C.] Bibliografia: SOARES, João Caetano, Macau e a Assistência (Panorama Médico-social) , (Lisboa, 1950); TEIXEIRA, Padre Manuel, A Medicina em Macau, vol. IV, (Macau, 1976).
No dia 8 de Junho de 1914, o Advogado Manuel da Silva Mendes apresentou o requerimento, pedindo a renovação da licença de exploração de pedreiras na Colina da Guia, concedida já a 17 de Janeiro de 1913 e onde adquiriu por aforamento, em 7 de Agosto de 1914, um terreno com a área de 300 mil m2. (vertente sul da colina; Arquivo Histórico de Macau – F.A.C., P. n.° 327 – S-P).
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