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Trata-se de um significativo conjunto de cerca de seis mil folhas manuscritas, cronologicamente situadas, na sua grande maioria, entre meados do século XVIII e a primeira metade da centúria seguinte. A temática desta documentação diz respeito às relações entre as autoridades portuguesas e chinesas a propósito do território de Macau, versando múltiplos e variados temas, no âmbito dos contactos ofic

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1599

De 4 de Fevereiro a 3 de Março de 1599, saem de Lisboa duas naus com 20 elementos missionários (47.ª expedição da Companhia de Jesus). Destino: o Oriente.

1689

As primeiras referências a um corpo de segurança existente em Macau remontam aos finais do século XVII. Era constituído por uma ronda nocturna de civis, que tentava dar uma certa ordem e tranquilidade a uma cidade cuja população era na sua maioria de etnia chinesa. Igualmente algumas indicações aparecem no século XVIII, nomeadamente em 1712 e em 1719, para além de informações relativas à fundação das casas fortes como quartéis da Polícia. Segundo o alvará régio de 30 de Abril de 1689, competia ao Senado a nomeação dos capitães de ordenança, chefes responsáveis pelas rondas. A determinação foi repetida em 14 de Março de 1691 e a data constitui actualmente a comemorativa da fundação da Polícia de Segurança Pública de Macau. Em 4 de Dezembrode 1710, o capitão geral solicitou ao Senado que escolhesse nove pessoas idóneas para, entre elas, serem nomeados 3 capitães de ronda. Esse tipo de serviço estava afecto à Câmara, facto que desagradava ao Capitão-Geral, detentor do poder militar na cidade. O capitão-geral António de Siqueira Noronha chegou a trocar correspondência com o Senado, pois era de opinião que o corpo de guarda estivesse sob a sua tutela, ao contrário da dependência implícita e crescente do Leal Senado. A 22 de Abril de 1720, o vice-rei da Índia, Conde D. Luís de Meneses, fazia lembrar à Câmara de Macau que achava absolutamente necessário que se mantivessem as rondas para evitar assaltos e outros males dentro da cidade. Um documento datado de 28 de Dezembro de 1718 refere terem sido nomeados para capitães de ordenança três moradores de Macau, nomeadamente Francisco Mendonça Furtado, Francisco Barradas da Rosa e Manuel Dutra Vieira, com o soldo de 4 pardaus por mês. Um ano depois foram criadas as casas fortes, que corresponderiam em tempos actuais aos quartéis da Polícia, nos três bairros entregues a cada um desses capitães. As mesmas situavam-se em S. Lourenço, S. António e a Sé, que eram as três zonas mais povoadas por portugueses. A 24 de Abril de 1730 foram confirmadas pelo vice-rei da Índia as determinações régias sobre a autoridade do Senado sobre as ordenanças e as rondas. Tal deveu-se ao facto do governador da cidade, que entretanto tinha passado a tutelar a referida guarda, cometer abusos de autoridade, como utilizá-la na sua protecção pessoal e dos seus pertences, bem como das fortalezas, missão bem diferente daquela para que tinha sido criada. A 15 de Abril de 1741, o vice-rei da Índia informou o Conselho Ultramarino que as casas fortes eram simples casinhas desprovidas de água, dando a ideia que os referidos quartéis eram muito modestos. Em 1753 e no ano seguinte, o vereador Simão Vicente Rosa, juntamente com os colegas, solicitou que as casas fortes desaparecessem em virtude da situação económica precária da cidade. Não havia meios para sustentar alguns organismos, sendo a polícia ou guarda um deles. Em 1784, a guarnição de polícia de Macau foi substituída por um batalhão de 150 praças de tropa regular, que veio da Índia. Caso estivessem enfermos, eram assistidos no Hospital da Santa Casa da Misericórdia, bem pobre naquela época. Em 1810, foi formado o Batalhão Príncipe Regente, do qual saiu a polícia, que se encontrava debaixo da sua tutela militar. No século XIX, as pessoas mais ricas como o Barão de S. José de Porto Alegre, Januário Agostinho de Almeida, tinham a sua guarda privada, a quem pagavam do seu bolso. Essas guardas particulares eram constituídas por cipaios mouros vindos de Bengala. Quando havia necessidade, o Senado requisitava essas tropas particulares. A 4 de Setembro de 1822, e em consequência de uma revolta contra o governo liberal do vereador Paulino da Silva Barbosa, o Senado nomeou para o cargo de Intendente o juiz José Baptista de Miranda e Lima. Nessa época, os soldos dos elementos da guarda provinham dos direitos da alfândega. O Corpo da Polícia foi criado por portaria régia a 3 de Março de 1841, tendo sido aprovado oseu regulamento interno. As casas fortes foram restabelecidas, guarnecidas com 20 homens cada. Por portaria régia de 3 de Março de 1841, foi aprovado o regulamento policial da cidade e porto de Macau, passando a existir oficialmente um Corpo de Polícia. Apesar da preocupação real em constituir uma guarda geral para os habitantes da cidade, um negociante chinês Aiong Pong, que possuía várias propriedades no bazar, contratou particularmente em 1857 vários europeus para constituírem a sua guarda pessoal. A ideia foi seguida por grande número de chineses que se encontravam na mesma situação. O corpo devia ser pago por subscrição entre os comerciantes chineses. Para que fosse oficializado, solicitaram ao governo a aprovação, que lhes foi concedida pela portaria n.º 41, de 29 de Setembro de 1857, publicada no n.º 50 do Boletim Oficial de 3 de Outubro. O Governo de Macau determinou oficialmente que a referida guarda não podia exceder 50 homens e a sua função era policiar o bazar e, sempre que necessário, auxiliar a força pública nessa tarefa. Pela portaria n.º 49 de 17 de Outubro de 1861 foi legalizada a exigência de utilização de um uniforme e que a aquisição de armamento fosse realizado com o produto dos espectáculos dos autos chinas que eram levados à cena na Porta do Campo de S.t.º António. Pontualmente, os chefes da polícia foram contestados pelos cidadãos de Macau, como foi o caso de Bernardino da Senna Fernandes. Em 1863, o governador Ferreira do Amaral destitui-o do posto, embora o visado fosse portador de títulos e condecorações de peso. O referido mandou vir de Inglaterra todo o armamento da polícia através de um vapor e duas embarcações à vela, e durante o seu mandato na polícia aprisionou diversos barcos piratas. No entanto, a sua prepotência e abuso de autoridade levaram à destituição. Segundo a Ordem n.º 21 à Força Armada, publicada no Boletim do Governo de Macau, de 11 de Outubro de 1861, a Força de Polícia de Bazar passou a denominar-se Corpo de Polícia de Macau. O organismo tinha atribuições policiais tanto em terra como no mar. A situação teve lugar até 1868, quando foram separadas as duas áreas: a marítima passou a ser da incumbência da Polícia do Porto de Macau, chefiada por um capitão do porto. As atribuições de cada uma destas forças ficaram discriminadas nos respectivos regulamentos. O Corpo da Polícia assim criado não tinha regulamento definido quanto a promoções ou até grau de escolaridade que deveria ser exigido. Qualquer homem, mesmo analfabeto, podia ingressar nos seus quadros e obter uma rápida ascensão profissional. Em 1863, pela portaria n.º 11 de 23 de Janeiro, foi mandado executar um anexo ao regulamento do Corpo da Polícia, que ficou como parte integrante daquele que já existia. O acréscimo estava dividido em duas partes, uma dizendo respeito ao serviço policial e a outra apenas e delitos. De acordo com o documento, todos os membros do Corpo que faltassem ao respeito aos superiores ou recebessem subornos para beneficiar de algum maneira indivíduos suspeitos poderiam ser presos ou expulsos. Uma vez expulso, o polícia apenas poderia voltar a fazer parte do Corpo novamente decorridos três anos, e com informações abonatórias do mesmo. O Corpo da Polícia estava dividido em divisões de 74 praças cada uma, com um oficial, um 1.º sargento, dois 2.ºs. sargentos, 6 cabos e 1 corneteiro. Por portaria de 10 de Outubro de 1867, foi decidido que a instituição ficasse aquartelada no Convento de São Francisco. Igualmente lhe foi dada uma organização militar, cujo regulamento ficou definido no Boletim Oficial de 9 de Agosto de 1869, tendo sido o mais exaustivo regulamento publicado até então. A 27 de Junho de 1873 chegou a Macau, proveniente de Goa, um contingente de mouros, sob o comando do Tenente José dos Santos Vaquinhas. Estes elementos vieram apoiar os europeus, porque se temia que durante o Verão, quando o sol é mais forte, os mesmos ficassem doentes. Anos mais tarde, em 18 de Janeiro de 1879, e por decisão do governador Carlos Eugénio Correa da Silva, foi dissolvido o Corpo da Polícia e criado em seu lugar a Guarda Policial de Macau. Tal decisão prendia-se ao facto de considerar pouco honroso que a instituição tivesse elementos mouros e chineses, e que havia muita perda de tempo em conselhos administrativos, direcções de rancho e outros serviços do regimento. Em 1895, a nova guarda foi igualmente dissolvida pela ordem do ministro Ferreira de Almeida, quando pretendeu reorganizar as forças ultramarinas. O mesmo determinava que o contingente policial fosse em função da superfície de Macau e não do número da população existente. Em seu lugar foram criadas duas Companhias de Guerra, através da publicação no Boletim Oficial n.º 45, de 9 de Novembro de 1985. A polícia militar foi tendo várias formas de organização até chegar à composição de um Estado-Maior com um Major e um Ajudante, um Estado-Menor com um sargento-ajudante e um contra-mestre de corneteiros, uma primeira Companhia com um capitão de Infantaria, três subalternos, um primeiro sargento, oito segundos sargentos, 16 primeiros cabos e 160 soldados, três corneteiros e um aprendiz de corneteiro. Uma Segunda Companhia era formada por um capitão dos quadros do Ultramar, três subalternos, um primeiro ajudante, oito segundos sargentos, 16 primeiros cabos, 160 soldados, três corneteiros chineses e um aprendiz de corneteiro. Em 1914, Daniel Ferreira, administrador do Concelho, Procurador Administrativo dos Negócios Sínicos e chefe dos serviços da Polícia, organizou a polícia civil com um efectivo de 300 homens, que estavam dependentes do Corpo da Polícia. Em Boletim Oficial n.º 29, de 7 de Julho de 1937, aparecia a portaria n.º 533, que determinava que o cargo de Comandante da Polícia de Segurança Pública de Macau fosse independente e distinto do Administrador do Concelho de Macau e Comissário de Polícia. O quadro da P.S.P. de Macau contava nessa época com um efectivo de 631 homens. Em 1975, foram criadas as Forças de Segurança de Macau e a P.S.P. passou a fazer parte integrante das mesmas. A 31 de Junho de 1981 foi aprovado novo Regulamento do Corpo de Polícia de Segurança Pública, passando a contar com um Comando, uma Divisão Policial de Macau, uma Divisão Policial das Ilhas, uma Unidade Táctica de Intervenção da Polícia, uma Divisão de Trânsito, um Serviço de Migração e Identificação, uma Banda de Música, um Centro de Recuperação Social e a Obra Social. O regulamento foi revisto em 1986 e 1990, tendo sido aprovado o novo estatuto orgânico, e em 1995 foi publicado a nova organização geral da P.S.P., que passou a conter o Comando e Órgãos de Comando, o Departamento de Gestão de Recursos, o Departamento de Informações, o Departamento de Operações, o Serviço de Migração, o Departamento de Trânsito, o Departamento Policial de Macau, o Departamento Policial das Ilhas, a Unidade Táctica de Intervenção da Polícia, a Formação de Comando, a Escola de Música e a Banda de Música. No século XIX a cadeia funcionava na Calçada do Tronco Velho, entre o Leal Senado e o Convento de Santo Agostinho, que servia de hospital militar. O alojamento da Polícia, sob as suas várias designações, ao longo do tempo foi muito variado. Em 1718, encontrava-se nas casas fortes de S. Lourenço, Santo António e Sé Catedral. Em 1816, o Batalhão Príncipe Real ficou dividido pela Casa da Alfândega e pela Fortaleza do Monte. Em 1828, o referido Batalhão esteve no Convento de Santo Agostinho, para em 1831 se transferir para o Colégio de S. Paulo, que praticamente desapareceu no incêndio em 1835. Em 1865, o quartel da Polícia do Bazar encontrava-se na casa de Bernardino de Senna Fernandes. Em 1869, o Corpo da Polícia instalou-se no Convento de S. Domingos, com estações espalhadas pela cidade. Em 1874, foi inaugurado o Quartel dos Mouros, cujo projecto de inspiração árabe foi elaborado pelo arquitecto italiano Cassuso, edifício que em 1905 passou para a tutela da Polícia Marítima. Em 1876, a Polícia dividia-se por três grandes centros: Santo Agostinho, S. Domingos e Quartel dos Mouros. Três anos mais tarde, a Guarda Policial tinha aquartelado a primeira divisão em Santo Agostinho, a segunda no Quartel dos Mouros, a terceira em Santo António e a Secção de Cavalaria encontrava-se no Bairro Lin Tin Tsin. Em 1888, as companhias encontravam-se nos quartéis de Santo Agostinho, dos Mouros, da Flora ede S. Domingos. Em 1893, a Guarda Policial passou do quartel de Santo Agostinho para o de S. Francisco. Em 1913, o Governador de Macau, sob proposta da Direcção das Obras Públicas, disponibilizou verbas para a execução de obras em instalações que servissem de estações policiais. Um ano depois, deu-se início ao projecto de construção da Estação de Segurança Públicana Avenida Horta e Costa. Em 1919, foi aprovado o ante-projecto de um quartel na Rua Central para o Corpo da Polícia, onde esteve o comando até 1968. Neste mesmo ano o mesmo foi transferido para a antiga enfermaria militar na Flora, havendo diversas esquadras e dois postos de migração espalhados pela cidade. O uso e a regulamentação dos uniformes foram legislados através de portarias, nomeadamente n.º 41 de 29 de Setembro de 1857, data da primeira exigência de um fardamento, n.º 49 de 17 de Outubro de 1861, no Boletim Oficial n.º 32 de 1869, no Boletim Oficial n.º 23 de 6 de Junho de 1931. Na década de 1960 foi aprovado o Regulamento dos Uniformes do Pessoal do Corpo da Polícia de Segurança Pública de Macau e nas décadas seguintes são publicadas as portarias n.º 163/74, a n.º 172/85/M e a n.º 104/95/M de 10 de Abril. A P.S.P., para além das suas atribuições de controlo de migração, crime variado, falsificação de documentação, e outras mais, possui uma vertente social que teve o seu início em 1937, quando Macau foi literalmente invadida por uma onda de refugiados, consequência do conflito sino-japonês. A multidão recém-chegada e faminta morria desamparada nas ruas da cidade. Assim, o Canídromo foi transformado, servindo de dormitório, com infraestruturas como refeitório, hortas, posto médico, etc., permitindo uma vida razoável aos necessitados. No entanto, não se revelou suficiente e nos anos subsequentes outros albergues foram criados, nem sempre sob a tutela da Polícia, tendo sido confiados à Junta Diocesana, das Canossianas ou do Hospital de Kiang Wu (Jinghu Yiyuan 鏡湖醫院). Em 1942, o Refúgio dos Mendigos foi transferido para a fábrica de panchões Him In, no bairro Tamagnini Barbosa, ficando a cargo do Comissariado da Polícia. Um dos elementos da corporação que se destacou nesta obra humanitária foi o Capitão Eduardo Madureira Proença, que também ocupava o posto de Administrador do Concelho. Com a difusão da toxico dependência em Macau, a Polícia criou o Centro de Recuperação Social pelo diploma legislativo de 14 de Dezembro de 1946. Pouco tempo depois, foi criado um segundo centro na cadeia. Um terceiro teve lugar na Taipa em 1961, por iniciativa do Tenente-Coronel Segismundo Revés. Estes locais funcionavam sob o controlo administrativo e disciplinar da P.S.P., e sob a vigilância técnica dos Serviços de Saúde. Outra instituição dentro da natureza das anteriores foi a Casa dos Rapazes, criada pela portaria n.º 7278 de 6 de Julho de 1963, como estabelecimento para internamento de menores delinquentes do sexo masculino. A mesma não teve grandes resultados por diversas razões, e em 1968 os seus elementos foram transferidos para o Quartel dos Mouros, a fim de aprenderem vários ofícios com os técnicos ali colocados. O património da obra social da P.S.P. é hoje vasto compreendendo vários edifícios que se destinam a diversos fins. – Lista dos Comandantes da P.S.P.. 1718 – Francisco Mendonça Furtado, Francisco Barradas da Rosa e Manuel Dutra Videira, nomeados pelo Senado; 1735 – Tomé Vaz Vieira, capitão de ordenança do Bairro da Sé; 1737 –Francisco Marques de Sousa, capitão de ordenança do Bairro da Sé e Casa Forte de S. Lázaro; 1766 – D. João Severim Manuel, capitão de ordenança da Casa Forte de Santo António; 1792 – Domingos Mesquita, capitão de ordenança da Casa Forte de S. Lázaro; 1810 –Coronel José Osório de Castro, nomeado comandante do Batalhão do Príncipe Regente; 1822 – José Baptistade Miranda Lima, nomeado Intendente da Polícia da cidade; 1822 – Capitão Feliciano Firme Monteiro, do Batalhão do Príncipe Regente; 1841 – Tenente Coronel Joaquim Pedro da Costa Brito, comandante da Polícia de Santo António; 1841 – Tenente-coronel António Pereira, comandante da Polícia de S. Lourenço;1857-1863 – Bernardino de Senna Fernandes, nomeado comandante da Polícia do Bazar, com honras de capitão; 1861 – Capitão Alvim e capitão CorteReal, nomeados comandantes da primeira e segunda companhias do Corpo da Polícia; 1869 – Coronel Jerónimo Pereira Leite, comandante da Polícia; 1879 –Coronel António Joaquim Garcia, comandante geral da Guarda Policial; 1880 – Major Francisco Paula da Luz; 1888 – Coronel Francisco Augusto Ferreira da Silva, comandante da Polícia; 1915-1916 – Major João Carlos Craveiro Lopes; 1917 – Comissário José Francisco de Sales da Silva; 1917- 1918-Comissário Daniel Ferreira Júnior; 1918 – Capitão Dionísio Fonseca; 1918-1920 – Tenente João Marques; 1920-1924 –Afonso da Veiga Cardosa; 1924-1925 – Tenente Gaudêncio da Conceição; 1925 – Tenente Cândido José Jorge; 1925-1926 – Capitão Joaquim Manuel Cortês; 1926 – Tenente Gaudêncio da Conceição; 1926-1930– Capitão Frederico Tamagnini de Sousa Barbosa; 1930-1931 – Tenente Gaudêncio da Conceição; 1931-1937 – Capitão Alexandre dos Santos Majer; 1937 –Capitão Rodrigo Brandão Guedes Pinto; 1937-1939– Capitão Carlos de Sousa Gorgulho; 1939 – Tenente Júlio Montalvão da Silva; 1939-1941 – Capitão Eduardo Madureira Proença; 1941-1946 – Capitão AlbertoRibeiro da Cunha; 1946 – Tenente Augusto Ferreira (reformado); 1946 – Capitão Eduardo Madureira Proença; 1946-1948 – Capitão Álvaro Marques de Andrade Salgado; 1948-1952 – Capitão Luís Augusto de Matos Paletti; 1952-1953 – Tenente José da Conceição Miguel; 1953-1954 – Capitão Júlio Augusto da Cruz; 1954-1955 – Tenente Artur da Palma Viçoso; 1955-1956 – Capitão João Victor Teixeira Bragança; 1956-1957 – Capitão José Vaz Dias da Silva, interinamente; 1957-1960 – Capitão José Vaz Dias da Silva, definitivamente; 1959-1960 – Capitão Delfim Nunes, interinamente; 1960 – Tenente Henrique Ferreira da Conceição Fontes, interinamente; 1960-1963– Major Segismundo Revés; 1962 – Capitão HenriqueManuel Lages Ribeiro, interinamente; 1962-1963 –Capitão Henrique Manuel Lages Ribeiro, interinamente; 1963-1966 – Tenente-Coronel Octávio Galvão de Fiqueiredo; 1963 – Tenente Coronel Carlos Armando da Mota Cerveira, interinamente; 1966-1967– Capitão Henrique Manuel Lages Ribeiro; 1967-1970 – Tenente Coronel José Luís de Azevedo Ferreira Machado; 1970-1972 – Major Eduardo C.F.B. de Velasco;1972-1974 – Tenente Coronel António Miguel Rodrigues; 1974-1978 – Major Rodrigo A. de S. Lobo de Ávila; 1979-1981 – Tenente Coronel Virgílio de Magalhães; 1981-1982 – Major José Alberto Cardeira Rino; 1982-1984 – Coronel João Manuel Duarte Moniz Barreto; 1984-1986 – Tenente Coronel Raul Miguel Socorro Folques; 1986-1991 – Coronel António Martins Dias; 1991-1998 – Coronel Fernando da Silva Pinto Ribeiro; 1998-1999 – Tenente Coronel Manuel António Meireles Carvalho; 1999 – Superintendente Geral José Proença Branco. [A.N.M.] Bibliografia: Forças de Segurança de Macau, (Macau, 1999);TEIXEIRA, Manuel, A Polícia de Macau, (Macau, 1991).

1717

No dia 3 de Março de 1717, foi recebida uma chapa (ofício) do Vice-Rei de Cantão pedindo a ida de quatro representantes do Senado à sua presença, a fim de lhes entregar uma chapa e ordem do Imperador, que aprovou umas decisões feitas pelo Tribunal da Milícia, nas quais se resolveu que os navios de Macau poderiam navegar e comerciar pelas cinco Províncias do Império e mares de Este, proibindo-lhes apenas a navegação dos mares do Sul.

1840

Edital do Tou-T’oi (de 3 de Março de 1840), declarando ter intercedido pela reabertura do comércio em Macau, que fora fechado, em consequência da guerra com os ingleses.

1841

No dia 3 de Março de 1841, é aprovado por Portaria Régia um Regulamento Policial, em Macau. Mas 16 anos mais tarde foi criado, fora do esquema anterior, o Corpo de Polícia do Major Honorário Bernardino de Senna Fernandes, mantido e alojado pelo ilustre macaense. Também havia uma Polícia do Bazar, um grupo civil sustentado por subscrição dos chineses interessados. (Cfr. esta Cronologia…, 1869).

1842

No dia 22 de Janeiro de 1842, Fr. Miguel Navarro, franciscano espanhol, fixa-se em Hong Kong. É o primeiro padre católico residente naquela colónia britânica. A 3 de Março seguinte juntar-se-lhe-iam Fr. José, outros padres, e seminaristas enviados por Macau.

1862

No dia 3 de Março de 1862, mandado proceder em Macau às cerimónias públicas pela subida ao trono do Rei D. Luís I. Em 1862 (27 de Dezembro) procedeu-se igualmente à solenização do seu casamento. No dia 10 de Março do mesmo ano, bando para dar conhecimento aos habitantes de Macau sobre os festejos da Câmara, no dia 13 seguinte, a propósito da coroação de Sua Majestade o Senhor D. Luís I, com Sermões, Te-Deum na Sé e luminárias, levantando-se só por este dia o luto anterior (pelo falecimento de D. Pedro V).

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