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Data de atualização: 2020/09/04
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Data de atualização: 2020/09/04
No dia 20 de Julho de 1670, chegou de Goa o novo Capitão-Geral e Governador de Macau, Manuel Borges da Silva. Iria governar até 1672. De 1670 a 1672 é Capitão-Mor de Macau João Borges da Silva, que põe termo à aproximação comercial com Batávia (alegando que criaram más relações com as autoridades chineses). No seu tempo o Capitão teve pela frente o conflito entre os jesuítas e o Senado, que mais não eram do que o ponto de vista da Companhia, a longo prazo, e o da Cidade de Macau, que não foi defendida, concretamente, na Embaixada de Saldanha. Cabe também lembrar, no seu governo, o desempenho de Bento Faria, que, em Goa sugeriu a oferta de um leão ao Imperador da China, quando houvesse novo contacto. V. Governadores De Macau, Coordenação de Jorge Santos Alves e António Vasconcelos de Saldanha. Investigação e textos de Paulo Sousa Pinto, António Martins do Vale, Teresa Lopes da Silva e Alfredo Gomes Dias. Editora Livros do Oriente, Portugal, 2013, pp. 52-53.
Chegou de Goa o novo Capitão-Geral e Governador de Macau, Manuel Borges da Silva
No dia 23 de Abril de 1759, o inglês William Wilson, capitão do barco Pith, diz que trouxera de Madrasta uma chalupinha e pedia ao Senado licença para ela ficar em Macau, enquanto o seu navio carregava em Cantão. O Senado despachou: “pode ficar na Taipa, lugar abrigado e suficiente, aonde costumam ficar os navios das demais nações”.
O inglês pedia ao Senado licença para a sua chalupinha ficar em Macau
De 1672 a 1676 é Capitão-Mor de Macau António Barbosa Lobo. No seu tempo procura-se reanimar as viagens comerciais com Manila, Solor, Timor e Larantuca, por conta da Fazenda Real, sendo entregue a administração das viagens a uma junta de notáveis macaenses. Até holandeses e navios chineses de longo curso fundearam na rada de Macau, bem como ingleses. António Barbosa Lobo reorganizou militarmente Macau com o rédito das viagens, embora tenha enfrentado, no fim do seu mandato, oposição do Senado. V. Governadores de Macau, Coordenação de Jorge Santos Alves e António Vasconcelos de Saldanha. Investigação e textos de Paulo Sousa Pinto, António Martins do Vale, Teresa Lopes da Silva e Alfredo Gomes Dias. Editora Livros do Oriente, Portugal, 2013, pp. 54-55.
António Barbosa Lobo toma posse como Capitão-Mor de Macau
No dia 16 de Outubro de 1723, aos mercadores só era permitido mandar alternadamente os barcos a Batávia ou a Manila, pois aos chinas eram proibidas essas viagens. Como foi levantada essa proibição, permitem-se as viagens dos barcos portugueses sem restrição alguma. K’ang-hsi proibira essas viagens aos chinas e eles mandavam as suas fazendas nos barcos portugueses; mas seu filho Yung Cheng levantou-lhes essa proibição.
Proibição levantada
No dia 6 de Agosto de 1669, com carga de Jacarta (Batávia), entrou no porto de Macau um patacho holandês, que regressou em 30 de Outubro do mesmo ano. (Cfr. Pires, B. Videira, A Vida Marítima De Macau No Século XVIII, Instituto Cultural de Macau/Museu Marítimo de Macau. Colecção Documentos e Ensaios, Nº 7. Macau, 1993).
Entrou no porto de Macau um patacho holandês
No dia 31 de Agosto de 1724, o novo Governador de Timor, António Moniz de Macedo, chegou a Macau a bordo da chalupa de Pedro Rodrigues, indo substituir António de Albuquerque Coelho (1722- -1725). Na mesma chalupa vinha o novo Governador de Macau, António Carneiro Alcáçova. O Senado aproveitou-se da estada aqui do Governador de Timor para discutir com ele os direitos da alfândega de Timor. O Senado convoca um Conselho Geral a 12 de Outubro, que se propõe pactuar com o novo Governador de Timor, consignando-lhe 300 picos de sândalo determinados pelo Vice-Rei da Índia no barco de Macau, com a condição “de não consentir chalupas que extraviem sândalo para outras partes” e de estabelecer o preço de 50 a 60 pardaus pelo bar de sândalo; quanto aos 300 picos se tirem “do monte alvitrado da carga do barco”. O sândalo foi durante muitíssimos anos de importância primordial para Macau, pois “com o procedido dele se acode a paga da infantaria do presidio e outras despesas da Fazenda Real”, segundo dizia em 1674 o V. Rei Furtado.
Direitos da alfândega de Timor
No dia 4 de Janeiro de 1759, a Companhia do Grão-Pará e Maranhão conseguiu licença para enviar um navio de Lisboa a Macau.
Licença para enviar um navio
Em 1671, no Sul, o General de Mar, de quem dependia a navegação, exige 11 mil taéis para consentir em Macau o movimento de navios e mercadorias. O Senado não tem por onde pagar, mas aceita e promete.
Senado aceita a exigência de pagamento
No dia 17 de Janeiro de 1670, saíu do porto de Macau para Timor o navio de Miguel Grimaldi. No dia 25 de Janeiro de 1670, partiu do porto de Macau para Larantuca uma nau pertencente a D. Catarina de Noronha, denominada Nossa Senhora do Rosário e Almas do Purgatório, tendo por capitão Diogo Monteiro.
Sai o navio de Miguel Grimaldi; parte a Nossa Senhora do Rosário e Almas do Purgatório
| Tempo: | Dinastia Qing entre 1845 e 1911 |
| Década 1870 | |
| Palavra-chave: | Litoral |
| Arquitectura | |
| Embarcação | |
| Colina |
| Fonte: | Arquivo de Macau, documento n.ºMNL.05.12.20.Icon |
| Entidade de coleção: | Arquivo de Macau |
| Fornecedor da digitalização: | Arquivo de Macau |
| Tipo: | Imagem |
| Original da obra de arte | |
| Aguarela | |
| Formato das informações digitais: | TIF, 2000x1587, 9.08MB |
| Identificador: | p0005565 |
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