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Data de atualização: 2020/09/03
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Data de atualização: 2020/09/03
No dia 13 de Agosto de 1956, chegou a Nagasaqui o Capitão-Mor Rui Mendes de Figueiredo, com a sua nau.
Capitão-Mor Rui Mendes
No dia 21 de Julho de 1573, morreu, no naufrágio da sua nau, que seguia para o Japão, o Capitão-Mor de Macau, D. António de Vilhena, que se distinguiu no cerco de Cananor, em 1559, e que neste ano fez, à sua custa, cobrir de telha a primeira igreja da Madre de Deus de Macau que então era apenas coberta de madeira.
Morreu o Capitão-Mor de Macau, D. António de Vilhena
No dia 26 de Março de 1605, a esquadra holandesa do almirante Wijtrant Van Waryck tomou a nau St.º António, na sua torna-viagem da China, no porto de Patane (Sião). Interessante artigo recente remete-nos para outrora, ao abordar o bairro português em Ayuthaya (Sião), onde já no século XVI vivera Fernão Mendes Pinto - in Oliveira, Pedro Daniel, O Clarim, periódico de Macau, 24 de Fevereiro de 2012, p. 8.
Esquadra holandesa do almirante Wijtrant Van Waryck tomou a nau St.º António no porto de Patane (Sião)
No dia 10 de Setembro de 1903, faleceu o macaense António Pereira Marques, irmão de Lourenço P. M. e Francisco P. M., todos filhos do Comendador Lourenço Marques. O falecido foi educado em Lisboa e regeu em Macau a“cadeira de instrução primária da Escola do Governo”.
Falecimento do macaense António Pereira Marques
No dia 1 de Dezembro de 1594, falecimento de Tomé António que se encontra sepultado na igreja de Nossa Senhora da Graça, vulgo igreja de St.º Agostinho, sendo a pedra tumular da sua sepultura a mais antiga que até hoje foi encontrada em Macau.
Falecimento de Tomé António
Em 1614, primeira edição da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto. (cfr. Beatriz Basto da Silva, Cronologia da História de Macau. Macau, Livros do Oriente, vol. I, 3.ª ed., 2015. 1580). Na Peregrinação, cap. LXIX, descreve-se a missa solene em Liampó, aquando da chegada de António de Faria. É cantado o “Te Deum Laudamos” estando a execução a cargo de oito padres revestidos de capas de brocado e telas ricas, em procissão desde a entrada da Igreja. Uma soma “de cantores” respondia em “canto dorgao” com muito boas “falas” como se fosse ali a capela de qualquer grande príncipe. “Seis meninos de sacristia” em traje de anjo compareciam com seus “instrumentos dourados” em que ora tangiam, só, ora se acompanhavam de cânticos. O vigário tangeu uma “viola grande ao modo antigo”. E tudo causou grande devoção. Todo este aparato musical, em que o órgão quinhentista português é usado, foi forçosamente desenvolvido maioritariamente em Macau. (Cfr. Doderer, Gerhard, “Órgão e Carrilhão nas Relações Luso-Chinesas: Aspectos De Um Percurso Histórico”, in Cadernos Históricos, IX, Lagos, 1998).
Publicada a primeira edição da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto.
No dia 20 de Fevereiro de 1621, necessidade de enviar para Macau um mestre de fundição de artilharia (Cfr. N. Valdez dos Santos, “Manuel Bocarro o Grande Fundidor”, in Boletim do Museu de Estudos Marítimos, n.º 3, Macau, s/d, p. 75).V. Leão, Mário C., “Gentes da Índia Por Terras De Macau”. Separata do Boletim do Instituto Menezes Bragança, Nº 169. Goa, 1993.
Necessidade dum mestre de fundição de artilharia
Em 1603, entraram no porto de Macau duas naus e um patacho holandeses que tomaram a nau do Capitão-Mor Gonçalo Rodrigues de Sousa, cuja tripulação se encontrava em terra a fazer os preparativos para seguir para o Japão. Assim continua a série de ataques dos holandeses a Macau, repetidos em 1604, 1607, 1622 (e 1627, mas só nas águas para lá da Rada). Esta notícia é-nos repetida, com a indicação da fonte e mais alguns elementos na data seguinte. Foi tomada em Macau a nau que estava pronta com 1400 picos de seda bruta para partir da China para o Japão. Não tinha ninguém a defendê-la e o almirante holandês C. Van Veen apareceu de surpresa com as naus Nassau e Erasmus e um patacho, assenhoreando-se de tudo sem qualquer resistência. (Cfr. Pires, S. J. Padre Benjamim Videira. Taprobana e mais além … Presenças de Portugal na Ásia. Instituto Cultural de Macau. Macau, 1995, p. 233).
Tomadas as naus do Capitão-Mor Gonçalo Rodrigues de Sousa
Ricardo de Sousa faleceu em S. Lourenço a 1 de Agosto de 1900. Nasceu em Macau em 1833. Foi praticante de farmácia em Hong Kong e depois abriu, juntamente com outros sócios, a «Farmácia Popular» em Macau. Por portaria n.º 67 de 20 de Julho de 1869, foi nomeado Administrador do Correio Marítimo de Macau, lugar em que se manteve até à sua aposentação por doença em 1896. Foi sócio fundador da Associação Promotora da Instrução dos Macaenses (APIM), fundada em 1871. Há em Macau a «Rua Dr. Ricardo de Sousa», mas, na realidade, ele nunca foi médico, mas simplesmente um hábil farmacêutico e manipulador, procurado por muitos doentes que o tratavam por doutor. Em 1891 foi arrolado como um dos 40 maiores contribuintes de Macau.
Ricardo de Sousa faleceu em S. Lourenço
| Personagem: | Rangel, Jorge António Hagerdon |
| Tempo: | Após o estabelecimento da RPC em 1949 até 1999 |
| 1983 | |
| 1984 | |
| 1985 | |
| Palavra-chave: | Macaense |
| Fonte: | Arquivo de Macau, documento n.º MNL.03.25.001.F |
| Entidade de coleção: | Arquivo de Macau |
| Fornecedor da digitalização: | Arquivo de Macau |
| Tipo: | Imagem |
| Fotografia | |
| Preto e branco | |
| Formato das informações digitais: | TIF, 1511x2000, 2.88MB |
| Identificador: | p0004138 |
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