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Data de atualização: 2019/09/19
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No dia 4 de Julho de 1867, faleceu o ilustre sinólogo macaense José Martinho Marques. Nasceu em S. Lourenço a 20 de Março de 1810. Estudou no Colégio de S. José, onde se especializou em chinês, seguindo depois a carreira de intérprete do Governo de Macau e de várias legações estrangeiras. Publicou um Tratado de Geografia e os Princípios elementares da Música ao alcance de todos, Macau, 1852, deixando inédito um Diccionário china-portuguez. Cavaleiro da Ordem da Legião de Honra de França.
Faleceu o sinólogo José Martinho Marques
António Feliciano Marques Pereira faleceu em Bombaim, Índia, a 11 de Setembro de 1881. Nasceu em Lisboa a 1 de Junho de 1839, matriculou-se em 1856 na Faculdade de Direito de Coimbra, mas por motivos particulares desistiu de estudar. Regressou a Lisboa e dedicou-se ao jornalismo, entrando em 1858 para o corpo redactorial do periódico Lei e Ordem de José Bernardo da Silva Cabral, mais tarde Conde de Tomar. Nesse jornal publicou alguns romances em folhetim, ao mesmo tempo, que colaborava no Archivo Pitoresco, Revista dos Espectáculos, Revista de Lisboa, Arquivo Familiar, Illustração Luso-Brasileira, etc. Em 1859 decidiu ir para Macau, onde veio a exercer as funções de superintendente da emigração chinesa e procurador dos negócios sínicos. Em 1862 foi nomeado secretário da Missão Diplomática à Corte de Pequim. Foi o redactor do Boletim do Governo de Macau desde 20.3.1860 até Abril de 1862 e fundou o seminário Ta-ssi-yang-kuo, que se publicou de 8.10.1863 a 22.4.1866. Em 1869 demitiu-se do cargo de procurador dos negócios sínicos para poder defender-se de graves acusações que lhe fazia o jornal O Echo do Povo, que se publicava em Hong Kong. Passado pouco tempo regressou a Lisboa, com seus filhos para os educar em Portugal. Foi então nomeado cônsul de Portugal no Sião e nos Estabelecimentos do Estreito (Singapura e Malaca), sendo mais tarde transferido para as mesmas funções em Bombaim, onde faleceu. Publicou em Macau as seguintes obras: Relatório da emigração chines em Macau, 1864; Relatório das atribuições da procuratura dos negócios sínicos da cidade de Macau, 1867; As Ephemerides comemorativas da história de Macau, 1868; As alfândegas chinesas de Macau, 1870; O Padroado Português na China, 1873.
António Feliciano Marques Pereira faleceu em Bombaim
O rico comerciante Cipriano António Pacheco faleceu em Macau a 27 de Fevereiro de 1858. Nascido em Macau a 5 de Dezembro de 1790, é da terceira geração da família macaense 'Pacheco' de Macau, filho de Vicente Pacheco de Aguiar. É negociante, capitão de navios e proprietário de 1 acção da «Casa de Seguros de Macau». Foi tesoureiro do Leal Senado, juiz de Paz da frequesia da Sé, almotacé da Câmara em 1826 e procurador do Concelho em 1837.
Cipriano António Pacheco faleceu em Macau
No dia 22 de Janeiro 1848, faleceu nesta cidade com 66 anos de idade o “gracioso” poeta macaense José Baptista de Miranda e Lima, autor dos poemas “Philomena Invicta”, “Eustáquio Magnânimo”, “Desengano”, “Alectorea” ou “Poema das Galinhas” e outras produções. Da terceira geração da família macaense 'Lima' de Macau, nasceu na Sé a 10 de Novembro de 1782, foi professo rde gramática portuguesa e latina no Colégio de S. José. Foi eleito procurador do Senado em 1839 e 1844 foi eleito presidente da Assembleia Geral do Montepio Geral de Macau, acabado de instalar. Foi almotacé da Câmara em 1805 e juiz ordinário da mesma Câmara em 1830.
Faleceu o poeta macaense José Baptista de Miranda e Lima
Maximiano António dos Remédios faleceu em S. Lourenço a 1 de Fevereiro de 1875. D segunda geração da família macaense 'Remédios' de Macau, filho de António dos Remédios, e irmão de cónego António Miguel Ângelo dos Remédios, nasceu em S. Lourenço a 12 de Setembro de 1808. Rico negociante e proprietário, arrolado em 1871 como um dos 40 maiores contribuintes de Macau. A 17.9.1871, reuniu em sua casa um grupo de macaenses que constituíram o núcleo fundador da «Associação Promotora da Instrução dos Macaenses» (APIM), a quem Macau deve inestimáveis serviços no campo do ensino. Foi então eleita a 1ª direcção, sendo Maximiano dos Remédios, presidente.
Maximiano António dos Remédios faleceu em S. Lourenço
Pedro Germano Marques faleceu na Sé a 15 de Dezembro de 1874. Da 4ª geração da família macaense 'Marques' de Macau, nasceu a 21 de Abril de 1806. Escrivão da Câmara, Era dotado de grande habilidade para o desenho e foi autor do primeiro projecto para o Teatro D. Pedro V.
Pedro Germano Marques faleceu na Sé
No dia 13 de Dezembro de 1849, faleceu o ilustre macaense Francisco José de Paiva, Comandante do Batalhão Provisório de Macau e Cônsul em Hong Kong. Da terceira geração da família macaense 'Paiva' de Macau, tem o mesmo nome com o pai. Nasceu em S. Lourenço a 4 de Janeiro de 1801, foi rico comerciante, juiz ordinário do Senado (1831), encarregado dos Negócios Sínicos (1836) e major-comandante do Batalhão Nacional de Macau (1847). Foi o 1º cônsul geral de Portugal em Hong Kong, nomeado por carta patente de 21 de Janeiro de 1847. É patrono da 'Travessa do Paiva', ao lado nascente do Palácio do Governo.
Faleceu o ilustre macaense Francisco José de Paiva
No dia 29 de Julho de 1870, faleceu o ilustre médico civil macaense Leocádio Justino da Costa, filho de Nicolau Tolentino da Costa e Mariana Osório da Costa. Cursou os seus primeiros estudos no Colégio de S. José e, sem os completar, seguiu carreira marítima por alguns anos, abandonando-a depois para estudar medicina em Goa, donde voltou em 1841. Distinguiu-se durante a epidemia de cólera de 1859, sendo condecorado com o Hábito da Torre e Espada.
Faleceu o ilustre médico Leocádio Justino da Costa
Personagem: | Cruz, Félix Feliciano da |
Tempo: | Dinastia Qing entre 1845 e 1911 |
01/03/1879 | |
Local: | Hong Kong |
Palavra-chave: | Comerciante |
Tipografia Feliciano | |
O Macaísta Imparcial (Jornal) |
Fonte: | Forjaz, Jorge, Famílias Macaenses, Vol. I, Fundação Oridente, Macau, 1996, p. 965. |
Idioma: | Português |
Identificador: | t0006255 |
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