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Já divulgado o resultado da selecção do Programa da Partilha de Imagens "Minha Memória de Macau - 2025"

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O website lançou o Programa de partilha de imagens "Minha Memória de Macau – 2026", esperamos incentivar mais cidadãos a valorizarem os detalhes da nossa cidade, explorando e partilhando mais recursos históricos e memória da vida.

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"Memórias de Macau" lança a edição para download do calendário eletrónico "Afetos pela Zona Norte de Macau" de 2026, convidando a explorar e saborear a transformação e o charme da Zona Norte, revivendo a sinceridade e o calor da vida comunitária!
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1639

No dia 2 de Setembro de 1639, os Capitães-Mor D. Francisco de Castelo Branco e D. João Pereira, presos no Japão, foram levados ao palácio do Governador para ouvirem a sentença imperial sobre a quebra de comércio com os portugueses. De posse do documento comprovativo e na companhia de outros portugueses, regressaram a Macau a 17 de Outubro.Cfr. registo seguinte sobre o mesmo assunto. Documento dirigido pelo comissário japonês encarregue da aplicação das leis anticristãs aos prisioneiros portugueses (V. Beatriz Basto da Silva, Cronologia da História de Macau. Macau, Livros do Oriente, vol. I, 3.ª ed., 2015,1639 18 de Agosto), dizendo que merecem a morte mas que, por benevolência, são deixados paritr para não mais voltar. (Cfr. Livro dos Registos de François Caron, Chefe da Feitoria holandesa de Hirado, Setembro de 1639, in Le Puissant Royaume du Japon: la Descrition de François Caron (1636), Paris, 2003, pp. 178-179).

1704

No dia 17 de Outubro de 1705, à hora do terço, no coro, Fr. Manuel da Santa Cruz Bullibui, por alcunha o Bule- Bule, Fr. João Batista e Fr. Domingos de Santa Rosa, foram à cela de Fr. Filipe da Cruz, no Convento de S. Domingos, e mataram-no com um garrote. Ao chamamento dum cafre do Vigário, acudiram Fr. Domingos do Sacramento e o irmão António da Madre de Deus que encontraram, no corredor, Fr. Domingos de Santa Rosa. Este disse que nada tinha acontecido e que fossem continuar o terço. Findo o terço, os frades delinquentes, que se encontravam no corredor, reiteraram que nada tinha acontecido e que o Vigário estava a dormir. Mandaram depois abrir a cova ao pé do altar-mor, levando para lá o cadáver, que deixaram exposto; Fr. Manuel da Cruz e o outro cúmplice disseram a missa de corpo presente ao amanhecer do dia seguinte, dobrando, nessa ocasião, os sinos e fazendo público que o Vigário falecera do mal de que padecia. Estando os delinquentes ocupados na missa, Fr. Domingos do Sacramento e o irmão António da Madre de Deus dirigiram-se ao Convento de S. Francisco para informarem o Governador e o Bispo do sucedido. Imediatamente foram enviados os soldados e as justiças juntamente com o Ouvidor. Este, mandando tirar o cadáver da sepultura, verificou nele a existência de várias feridas mortais e do sinal do garrote no pescoço. Mandou então prender os três frades delinquentes e, revistados os seus corpos, foram encontrados, no de Fr. João Baptista, dois sacos de prata e cinco pães de ouro, pertencentes ao Convento e que foram roubados do cofre da comunidade. Os delinquentes estiveram sempre presos com ferros até serem remetidos para Goa.

1723

A 30 de Agosto e a 17 de Outubro de 1723, diz-se que “a Navegação dos Chinas já he tão franca, que nesta monção so em o Porto de Batavia se acharam perto de 40 Somas; em Manila, segundo as noticias, outras tantas”. O V.R. da Índia proibira os barcos de Macau de trazer sândalo de Batávia “em razão de estar vedada a navegação das embarcações Sinicas”. Agora que eles lá vão e trazem carga para Cantão, Chincheo e Liampó, “também devem ir lá os nossos, pois esse alvará do V.R. só serve para a destruição e ruina desta Cidade e, enquanto durou, serviu sempre de discórdias e mal querenças”. “Os Barqueiros poderão daqui em diante mandar seus Barcos a donde mais conveniente lhes parecer. Mas dê-se parte de tudo ao V.R.”. Note-se a resconstrução e animação dos centros comerciais de Chincheo e Liampó, destruídos quando portugueses, no século XVI.

1846

No dia 17 de Outubro de 1846, é organizado o Batalhão Provisório de Macau (aprovado por Portaria de 12 de Março de 1847 e Decreto Régio de Dezembro de 1847), destinado a auxiliar a Forças de 1.ª Linha. Ficou no extinto Convento de S. Domingos. (Cfr. esta Cronologia…, 1847, Dezembro,10).

1850

No dia 22 de Novembro de 1850, foram dadas instruções, antes de sair de Lisboa, ao Conselheiro Francisco António Gonçalves Cardoso, nomeado em 17 de Outubro deste ano Governador de Macau.

1872

No dia 17 de Outubro de 1872, António Baptista Tassara, Capitão graduado, assina como Comandante Militar da Taipa e Coloane, mas é Comandante desde 1864. (Cfr. esta Cronologia…, 1864, Novembro, 7; e 1872).

1879

No dia 17 de Outubro de 1879, em virtude da exoneração do Governador de Macau e Timor, a quem o estado inclindroso de sua saúde não permite esperar pelo seu sucessor, assumiu a administração superior da província o conselho governativo, que é composto por Manuel, Bispo de Macau, Eduardo A. Braga de Oliveira, juiz de direito, António Joaquim Garcia, coronel, J. A. Côrte Real, secretário geral do governo.

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