熱門搜索

CONSTRUIR · PARTILHAR · LEGAR

Já divulgado o resultado da selecção do Programa da Partilha de Imagens "Minha Memória de Macau - 2025"

>>Veja o resultado

Mais

O website lançou o Programa de partilha de imagens "Minha Memória de Macau – 2026", esperamos incentivar mais cidadãos a valorizarem os detalhes da nossa cidade, explorando e partilhando mais recursos históricos e memória da vida.

>>Ir à página

Mais

"Memórias de Macau" lança a edição para download do calendário eletrónico "Afetos pela Zona Norte de Macau" de 2026, convidando a explorar e saborear a transformação e o charme da Zona Norte, revivendo a sinceridade e o calor da vida comunitária!
Download agora Calendário

Mais

Os termos e serviços do website “Memória de Macau” já foram atualizados. Clique >>consultar para conhecer o novo conteúdo. O contínuo de uso significa que os aceitou. Em caso de dúvida, seja bem-vindo de contactar connosco.

Mais

O projecto “Memória de Macau” foi galardoado com “Estrela de Descobrimento” do “Prémio Global 2024 para Casos Inovadores em Educação do Património Mundial (AWHEIC)”.

Mais

1517

No dia 15 de Agosto de 1517, a frota de Fernão Peres de Andrade chegou à Ilha da Veniaga (Lintin, seg. Kammerer, Albert, La découverte de la Chine par les Portugais au XVIème siècle et la cartographie des portulans, Leiden, 1944), Tamão, enfim, ilha onde nesse ano se fazia o comércio. Aí encontrou Duarte Coelho, que o precedera e, em fins de Setembro, chegou a Cantão. Fernão Peres foi diplomata, fez Jorge de Mascarenhas visitar muitas cidades do litoral chinês, onde, entre saguates², deixou sementes de bom entendimento. Tendo conseguido permissão para Tomé Pires seguir para Pequim, fez-se à vela de regresso a Malaca, em fins de Setembro de 1518. Tomé Pires aguardou viagem em Lantao. É decretada “prisão preventiva” dos visitantes, enquanto não chega autorização imperial, em Cantão. (Cfr., para esta embaixada, Beatriz Basto da Silva, Cronologia da História de Macau. Macau, Livros do Oriente, vol. I, 3.ª ed., 2015, 1518; 1520, Janeiro; 1521; 1521, Janeiro, 18; 1521, Maio, 22; 1521, Novembro, 22; 1524)

1592

Este missionário jesuíta nasceu na Alemanha a 1 de Maio de 1592. De seu nome completo Johann Adam Schall Von Bell, entrou para a Companhia de Jesus muito jovem. Em 1624 foi para a China em missão evangelizadora. A sua presença justificou-se pelo extraordinário trabalho dentro do campo da Matemática e da Astronomia realizado por Matteo Ricci na Corte de Pequim 北京. Com efeito, aquele missionário, que granjeou grande fama e respeito junto das autoridades mandarínicas, solicitou em carta datada de 12 de Maio de 1605, ao Geral da Companhia de Jesus, que fossem enviados jesuítas versados nessas ciências para concretizarem acções de evangelização dentro da China, nomeadamente dentro da própria Corte Imperial. A ideia de Ricci era conseguir captar a confiança da comunidade onde estava inserido, para depois levar a cabo o processo de missionização. Assim, Adam Schall tornou-se o primeiro astrónomo a desempenhar um cargo oficial dentro da Corte. Ainda no início da sua carreira na Corte, Schall foi Comissário de Escritório de Transmissões (hierarquia de 3.ª classe), e também detentor do Selo Oficial do Departamento de Astronomia. Sob as suas ordens trabalharam, como auxiliares do Tribunal Astronómico, outros jesuítas notáveis como o Padre Gabriel de Magalhães, bem como o Padre Manuel Dias. Em 1630, no reinado de Chongzhen 崇禎 foi encarregado pelo Imperador de rever o calendário. Quinze anos mais tarde durante o reinado de Shunzhi 順治, quando o novo calendário foi adoptado pelo governo Qing 清, foi altamente reconhecido. Foi-lhe atribuído pelo Imperador o título de “Professor de Religião que entende o Misterioso”. Os seus conhecimentos de Astronomia, muito profundos para a época, obtiveram-lhe a estima e admiração do já citado último imperador Ming 明, que governou entre 1628 e 1644. Mais tarde, depois da queda da dinastia reinante e ainda no reinado do primeiro imperador tártaro Shunzhi 順治 (1644-1661), foi nomeado Director do referido Tribunal, tendo sido o primeiro estrangeiro a ascender a um cargo tão elevado dentro da China. Neste Tribunal os jesuítas tinham sob as suas ordens cerca de 150 a 200 funcionários. Entre 1661, com o falecimento do Imperador Shunzhi 順治, e a subida ao trono do seu herdeiro Kangxi 康熙 em 1668, a China foi governada por uma junta de quatro regentes, em virtude da menoridade do herdeiro imperial. Esta época correspondeu a um período de grande intolerância, onde os jesuítas foram perseguidos e presos. A 6 de Abril de 1666 os missionários prisioneiros, no quais se incluía Schall, foram levados acorrentados para Pequim 北京, e nessa altura foi avistado um cometa que era perceptível durante o dia. O caso tornou-se objecto de estudo aprofundado na torre de observações, tendo sido analisado consoante o medo e as circunstâncias da época. Como para sublinhar o mau presságio do cometa, Pequim 北 京, a 16 de Abril, sofreu um tremor de terra que lhe causou grandes estragos. Adam Schall, que se encontrava preso aquando do terramoto, recusou-se a fugir por considerar a fuga indigna. Segundo os documentos jesuítas, todos estes acontecimentos, juntamente com os ventos que se seguiram, foram interpretados pelos chineses como um castigo divino, devido às injustiças por eles cometidas. A libertação de Schall foi solicitada não pelo crédito na sua inocência, mas aparentemente para evitar fenómenos que os assustavam. A 17 de Setembro os jesuítas foram desterrados para Cantão, ficando quatro na corte imperial. A memória de Schall foi reabilitada após o seu falecimento, pelo imperador Kangxi 康熙, quando este subiu ao trono em 25 de Agosto de 1667. Este reconhecimento das capacidades e obras de Schall veio no seguimento do profundo interesse do jovem imperador pela ciência, assim como pelo descontentamento perante o trabalho realizado pelos mandarins asiáticos no Tribunal da Astronomia. A situação de tolerância e abertura aos missionários jesuítas nos anos que se seguiram tornouse extensiva aos clérigos de outras ordens. A 21 de Dezembro de 1670 foi permitida a ida dos missionários retidos em Cantão para as suas igrejas e no ano seguinte a liberdade de movimentos para os missionários tornou-se uma realidade. O nome de Schall em chinês era Tang Ruowang 湯若望, tendo por alcunha o nome de Daowei 道未. Faleceu em Pequim 北京 no dia 15 de Agosto de 1666, no reinado de Kangxi 康熙, com 74 anos, havendo passado 57 anos como membro da Companhia de Jesus. Colaborou com o Padre Giacomo Rho na edição de muitos livros. Foi enterrado no cemitério de Zhalan 柵欄 em Pequim 北京. [A.N.M.] Bibliografia: RODRIGUES, Francisco, Jesuítas Portugueses Astrónomos na China (1583-1805) , (Macau, 1990); MALATESTA, Edward; GAO Zhiyu (coords.), Chala, (Macau, 1998).

1627

No dia 18 de Julho de 1627, governando Macau como Capitão-Geral o macaense Tomás Vieira, os armadores da praça João Soares Vivas, Marcos Botelho, António Cortes, António Rodrigues Cavalinho e João Teixeira, sob o comando de Tomás Vieira, saíram a barra e acometeram contra 4 naus holandesas que bloqueavam o porto com o fim de capturarem a frota que deveria largar para o Japão. Os de Macau, depois de algumas horas de combate e reconhecendo no Ouwerkerk a nau-chefe, tomaram-na de abordagem e queimaram-na, fazendo 33 prisioneiros e apoderando-se de 24 peças, 2 000 balas e algum dinheiro. As 3 naus restantes, vendo-se perdidas, fugiram a todo o pano.

1637

Em 1637, primeira viagem comercial dos ingleses à China. No dia 6 de Agosto de 1637, eleição de quatro adjuntos para tratarem com o Senado o modo como se deveria proceder com os ingleses que surgiram na barra de Macau com quatro naus.

1666

No dia 15 de Agosto de 1666, falecimento de Adam Schall, S.J., em Pequim, onde se encontrava desde 1630, tendo entrado na China via Macau, em 1619, 15 de Julho. Participou na resistência face aos holandeses em 1622. Foi fundidor de canhões e, sobretudo, matemático e astrónomo. Foi devido em grande parte a este missionário que Macau conservou o “status quo”, já que as suas actividades em Pequim o faziam um expoente de respeito. Está sepultado em Chala.(Cfr. Silva, Beatriz Basto da. Cronologia da História de Macau. Macau, Livros do Oriente, vol. I, 3.ª ed., 2015., 1688)

1703

No dia 15 de Agosto de 1703, tomou posse da Capitania e Governo de Macau o Cavaleiro-professo da Ordem de Cristo, José da Gama Machado, natural de Damão, filho de Manuel da Gama Machado e chegado a 7 de Agosto. Teve dissabores com os moradores; durante o seu governo registou-se a presença do Legado Apostólico, Carlos Tomás Maillard de Tournon, Patriarca de Antioquia, cuja vinda suscitou também inúmeras contendas, por causa dos direitos do Padroado do Oriente e dos Ritos Chineses. Dura administração, envolvendo Goa, Macau e Timor. Exercício até 1706. V. Governadores de Macau, Coordenação de Jorge Santos Alves e António Vasconcelos de Saldanha. Investigação e textos de Paulo Sousa Pinto, António Martins do Vale, Teresa Lopes da Silva e Alfredo Gomes Dias. Editora Livros do Oriente, Portugal, 2013, pp. 77-78.

1784

Major que, através do seu diário, apresenta o primeiro olhar norte-americano de Macau. Nasce em Boston (Massachusetts), terceiro filho do mercador Francis Shaw e de Mary (Shaw) e estuda na Escola Latina, sob a tutoria de James Lovell. Em Novembro de 1783, recebe do general Washington um testemunho do mérito dos seus serviços no exército da Revolução norte-americana, envolvendo-se no comércio com a China na companhia de Thomas Randall, capitão de quem ficara amigo durante a guerra da indepêndencia. Em 1786, é nomeado primeiro cônsul norteamericano em Cantão pelo Congresso, cargo que lhe é renovado pelo presidente George Washington quatro anos mais tarde. Samuel Shaw vive algum tempo no Sul da China, desenvolvendo actividades quer diplomáticas quer comerciais, abordando, no seu diário, as possibilidades e mais-valias do comércio entre o seu país e o Império do Meio, bem como o modus vivendi e os interesses dos habitantes desta última nação. A relação do cônsul com o comércio da China começa a convite de Daniel Parker, tornando-se o diplomata, na companhia de Randall, também sobrecarga norteamericano na China, onde a ‘rival’ East India Company (EIC) se encontra já fortemente estabelecida, retirando proveito do enclave português nas proximidades de Cantão. Em 22 de Fevereiro de 1784, Shaw parte dos Estados Unidos da América para o Sul da China, a bordo do Empress of China, regressando a Nova Iorque em Maio de 1785, para completar a primeira viagem norte-americana ao Império do Meio. Convidado para desempenhar funções no Departamento de Guerra dos Estados Unidos da América, Shaw escreve então a John Jay, Ministro dos Negócios Estrangeiros, relatando a sua empresa, tarefa para a qual se baseia na informação que recolhe do diário da sua primeira estada em Macau e Cantão. Em Fevereiro de 1786, viaja pela segunda vez para a China, após ter sido nomeado cônsul do seu país em Cantão em Janeiro desse ano, chegando a Macau em 15 de Agosto, local onde também reside até partir para Bengal (18- 01-1788). O diplomata regressa a Cantão em Setembro de 1788 e parte para o seu país em Janeiro do ano seguinte, onde chega a 5 de Julho. Durante essa viagem, o comerciante ordenara a construção de um navio (Massachusetts) para ser utilizado no China trade, embarcação lançada ao mar em Setembro de 1789, em Boston. Em Março de 1790, Shaw embarca uma terceira vez rumo a Cantão, a bordo do Massachusetts. Em Cantão, o diplomata vende o navio a agentes portugueses e investe num carregamento destinado à Europa, via Bombaim, para onde ele próprio se dirige em Janeiro de 1791 na companhia do seu irmão, Nathaniel Shaw. Shaw regressa a ‘casa’ no ano seguinte, casando, aos trinta e oito anos, com Hannah Phillips, de Boston (21-08-1792), antes de se lançar, a partir de Nova Iorque, numa quarta viagem, via Bombaim, que terá tido início em Fevereiro de 1793 e da qual não existem registos. O viajante chega a Cantão em 2 de Novembro, acompanhado de um outro irmão (mais novo), Benjamin Shaw, sofrendo da doença do fígado que contraíra na Índia, não, podendo, portanto, sair de casa até regressar à sua terra natal, em 17 de Março de 1794, onde viria a morrer nesse ano. No testemunho íntimo da primeira viagem, o diarista, numa contextualização histórica e política do comércio norte-americano com a China, refere, desde logo, os rivais ingleses que encontraria no Sul da China. A viagem continua e, em Agosto, o navio atraca na Rada de Macau, ‘saudando’ a cidade. Na manhã do dia seguinte, o cônsul francês visita a tripulação acompanhado por outras individualidades do enclave, ao som da habitual salva de nove tiros de canhão. A convite de Macau, o viajante visita a cidade, não sem antes se tentar apresentar ao governador português, então ausente. O autor janta na casa do cônsul francês na companhia de outros sobrecargas ocidentais, pernoitando nos aposentos do cônsul sueco, antes de regressar ao Empress of China e de entregar aos europeus cópias do Tratado entre os Estados Unidos da América e as potências europeias suas amigas, um simbólico acto de relações públicas diplomáticas, que concorrerá para a afirmação externa da jovem república. Face ao seu desconhecimento sobre Macau e perante a sua tentativa prévia de investigação sobre o território, Shaw recorre a informações relativas à viagem de George Anson, transcrevendo um excerto do relato da mesma. Macau é descrita como um local estratégico para qualquer ocidental que deseje envolver-se no China trade, sobretudo entre as épocas comerciais, advindo dessa posição o carácter cosmoplita da urbe. No entanto, a tripulação norte-americana não se demora no estabelecimento e dirige-se, para Cantão, via Whampoa, com o auxílio de mercadores franceses, dinamarqueses e holandeses. Entre 30 de Agosto e 6 de Setembro, Shaw permanece em Cantão, data em que tomam posse da primeira feitoria norte-americana, apoiados pelo forte apoio francês – frequentemente referido no diário – e por entre visitas protocolares com europeus e contactos com oficiais da East India Company. O autor descreve o protocolo e as medidas a tomar durante a viagem entre Macau e Cantão, via Whampoa, explicando as funções de figuras como o comprador, o linguísta, o fiador e de instituições nativas como o cohong (gonghang 公行), presenças recorrentes também nos relatos de viagem ingleses, sobretudo quando da chegada ao Sul da China dos primeiros sobrecargas que desejam recolher o maior número possível de dados para futuras viagens, principalmente no que diz respeito à medição e à pesagem dos barcos e à atitude a ter para com os nativos, nomeadamente a oferta de presentes (cumshaws), tais como relógios (sing-songs). Na segunda viagem a Cantão, o major refere que os portugueses mantêm apenas uma sombra da sua vitalidade e do seu poder comercial passado, descrevendo as vantagens e vicissitudes do comércio norte-americano no Sul da China, bem como a rivalidade com os ingleses em Macau, onde permanece durante cerca de seis meses por não poder viajar para Cantão, apresentando uma outra descrição da cidade, sobre a administração, a defesa militar e a arquitectura portuguesas, o tráfico de ópio, o arrendamento das casas, a Casa Garden, o jardim de Camões, as inúmeras igrejas, o patois, a ilha e o ancoradouro da Taipa, a culinária e a vida social e cosmopolita do enclave, cujos habitantes portugueses são descritos como “pouco portugueses” e ignorantes. O diário de Samuel Shaw reveste-se de extrema importância por ser a primeira descrição norteamericana do território em que os interesses da “nação da bandeira florida”, como lhe chamam os chineses, se começam a fazer sentir gradual e paralelamente aos da Companhia das Índias inglesa. [R.M.P.] Bibliografia: DOWNS, Jacques M., “A Study in Failure: Hon. Samuel Snow”, IN Rhode Island History, vol. 25, n.º 1, (Janeiro 1966), pp. 1-8; DOWNS, Jacques M., The Golden Ghetto: The American Commercial Community at Canton and the Shaping of American China Policy, 1784-1844, (Bethlehem, 1997); SHAW, Samuel, The Journals of Major Samuel Shaw, the First American Consul at Canton. With a Life of the Author, (Taipei, 1968); SMITH, Philip Chadwick Foster, The Empress of China, (Filadélfia, 1984); STEEG, Clarence L., “Financing and Outfitting the First United States Ship to China”, in Pacific Historical Review, vol. 22, (1953), pp. 1-12.

1791

Neste dia (15 de Agosto de 1791), que era 13 da sétima lua do ano 56 do Imperador Kien-Lung, o mandarim de Heong-San escreveu uma chapa ao Senado, pedindo auxílio contra os piratas. O Governador Vasco Luís Carneiro de Sousa e Faro, no Conselho do Senado de 25 de Agosto de 1791, disse que: “…reflectindo no principal ponto de prezente Chapa, que he limpar estes mares de Piratarias, considerava que a nossa introdução neste vasto Império, não fora senão por outra semelhante cauza, que felizmente conseguindo os nossos primeiros Portugueses destruírem os ladroens que naqueles princípios infestavão e perturbavão o socego publico nos permitirão o estabelecimento desta cidade (…)”. (Cfr. esta Cronologia…, 1792, Fevereiro, 6).

1863

No dia 15 de Agosto de 1863, os chineses de Shoumi, a poucas léguas de Macau, fizeram uma procissão como já não se fazia há 40 anos. Com prévia licença da autoridade superior, entraram em Macau e percorreram a cidade nos dias 15 e 17. Gastaram-se com esta procissão 40.000 patacas em ornamentos, fatos, umbelas, palanquins e bandeiras bordadas a matiz e ouro, dum trabalho primoroso, custando cada uma 300 taéis. O séquito era composto de mais de 1.000 chineses, todos de Shoumi, tendo sido hospedados na cidade a expensas dos negociantes chineses. Não obstante a cidade ter sido invadida por milhares de chineses para assistirem ou participarem na procissão, não houve a mais leve perturbação da ordem pública.

1874

No dia 15 de Agosto de 1874, foi inaugurado um edifício, na Barra, construído segundo o projecto do arquitecto italiano Cassuso, destinado a aquartelar uma companhia de Mouros do Corpo da Polícia de Macau, sendo em 1905 transformado, para nele se instalarem a Capitania dos Portos e a Polícia Marítima (Quartel dos Mouros).

1913

No dia 12 de Março de 1913, António Júlio Guimarães Lobato assumiu o cargo do Comandante Militar e Administrador do Concelho das Ilhas.

1917

No dia 15 de Agosto de 1917, são extraditados, por parte do Governo de Macau, os chineses Vong Choi, aliás Fong Sang, e Vong Heng, implicados em actos de pirataria, a pedido do Governo de Cantão. (A.H.M. – F.A.C., P. n.° 236 -S-E).

Mais

Aviso Importante: Anúncio sobre a actualização dos "Termos e Serviços" do website de Cultura e História "Memória de Macau"

Caros membros do website "Memória de Macau", olá!

Agradecemos o vosso apoio e confiança ao longo do tempo ao website de Cultura e História "Memória de Macau". A fim de otimizar a qualidade dos serviços a prestar aos membros e proteger os seus direitos e interesses, será implementada, oficialmente, uma nova versão dos "Termos e Serviços" que entrou em vigor a 28 de Abril de 2025. Por favor, leiam o texto completo da versão actualizada. O conteúdo pode ser consultado aqui:

👉 Clique aqui para tomar conhecimento da versão actualizada dos "Termos e Serviços"

Li, concordo e aceito o conteúdo actualizado dos "Termos e Serviços".

Caso tenha alguma dúvida sobre a versão atualizada, não hesite em contactar-nos.

Agradecemos o vosso contínuo apoio e confiança. O website de Cultura e História "Memória de Macau" continuará a prestar serviços aos seus membros de forma segura e conveniente.

Com os melhores cumprimentos,

Website de Cultura e História "Memória de Macau"

Data de actualização: 28 de Abril de 2025

Pesquisa avançada

Palavra-chave

    Tópico

    Tipo

    Local

    Período

    Instruções de uso

    Pesquisar em todo o site