熱門搜索

CONSTRUIR · PARTILHAR · LEGAR

O website lançou o Programa de partilha de imagens "Minha Memória de Macau – 2026", esperamos incentivar mais cidadãos a valorizarem os detalhes da nossa cidade, explorando e partilhando mais recursos históricos e memória da vida.

>>Ir à página

Mais

"Memórias de Macau" lança a edição para download do calendário eletrónico "Afetos pela Zona Norte de Macau" de 2026, convidando a explorar e saborear a transformação e o charme da Zona Norte, revivendo a sinceridade e o calor da vida comunitária!
Download agora Calendário

Mais

Os termos e serviços do website “Memória de Macau” já foram atualizados. Clique >>consultar para conhecer o novo conteúdo. O contínuo de uso significa que os aceitou. Em caso de dúvida, seja bem-vindo de contactar connosco.

Mais

O projecto “Memória de Macau” foi galardoado com “Estrela de Descobrimento” do “Prémio Global 2024 para Casos Inovadores em Educação do Património Mundial (AWHEIC)”.

Mais

Trata-se de um significativo conjunto de cerca de seis mil folhas manuscritas, cronologicamente situadas, na sua grande maioria, entre meados do século XVIII e a primeira metade da centúria seguinte. A temática desta documentação diz respeito às relações entre as autoridades portuguesas e chinesas a propósito do território de Macau, versando múltiplos e variados temas, no âmbito dos contactos ofic

Mais

1666

No dia 12 de Março de 1666, os mandarins de Heong-San e da Casa Branca, como emissários do Vice-Rei de Cantão, intimaram pela 2.ª vez a cidade para que afastasse os barcos da Taipa. Quebrada para mais longe, pelo que os mesmos foram levados para a enseada de André Feio. Já em 1665 tinham exigido cerca de 5 mil taéis para autorizarem a Macau a navegação. No final de 1666 já eram precisos 150 mil, com satisfação imediata de 30 mil taéis. Como a Cidade não os tinha, pagou “em fato miúdo e outras peças”. (cfr. Ta-Ssi-Yang-Kuo, I, 36, ed. da Fundação Macau, Macau, 1995).

1847

No dia 12 de Março de 1847, J. Matheson, comerciante em Macau, deixou, ao retirar-se para a Europa, ao Governo de Macau na pessoa de Adrião Acácio da Silveira Pinto, o presente de 5.000 patacas espanholas para um fim beneficente e duradouro. O Governador entendeu aplicá-lo à educação e fez presente dele ao Senado, a quem encarregou de elaborar os Estatutos de uma escola para meninas. Na verdade e com o evoluir do projecto, o dinheiro veio a ser aplicado à Escola de Instrução Primária do mesmo Senado. (Cfr. esta Cronologia…, 1847, Junho, 16).

1849

No dia 5 de Março de 1849, o Governador João Maria Ferreira do Amaral proibiu aos Hopus (alfândegas chinesas) desta cidade cobrarem quaisquer direitos às mercadorias exportadas de Macau para os portos da China, pedindo ao Vice-Rei de Cantão que mandasse retirar os funcionários chineses que exerciam os seus cargos em Macau, dentro do prazo de oito dias. Os Hopus exerciam a sua jurisdição superior no Hopu da Praia Grande e no da Praia Pequena, sítio hoje conhecido pelo Largo da Ponte e Horta e seus arredores. O da Praia Grande pouca importância tinha, mas o da Praia Pequena, conhecido por Hopu Grande tinha o prestígio da sua antiguidade e a força de muito poderio. Ferreira do Amaral faz publicar um edital sobre o fecho oficial do Hopu Grande na Praia Pequena. Quanto ao Hopu Pequeno já o tinha mandado deitar abaixo expulsando os seus agentes. A 13 deste mês encerrou a Alfândega. (Cfr. Wu Zhiliang, Segredos de Sobrevivência. O Sistema Político e o Desenvolvimento Político de Macau, pp. 193 a 212). No dia 12 de Março de 1849, não tendo o Vice-rei de Cantão ordenado a retirada dos funcionários dos Hopus, o Governador João Maria Ferreira do Amaral mandou pôr travessas na porta principal do Hopu, deixando abertas as outras, para uso dos que ali viviam e fez postar um piquete de soldados e uma canhoneira de mar, em frente do Hopu, para protegerem o desembarque de todas as mercadorias e víveres, acabando assim com o último vestígio da interferência chinesa na administração desta Colónia. No dia 13 de Março de 1849,O Governador João Maria Ferreira do Amaral ordenou à força pública que fizesse desaparecer todos os sinais da alfândega chinesa em Macau, ordem esta que foi cumprida, imediatamente.

1866

Fundador da República da China (Cuiheng 翠亨, 12 de Novembro de 1866 – Pequim [Beijing 北 京], 12 de Março de 1925). Do século XVI ao XVIII, europeus e chineses dedicaram-se ao comércio, com vantagens para ambas as partes, usando as vias do diálogo e da diplomacia na procura de soluções. No século XIX tudo se alteraria. A Europa tornou-se forte e arrogante e a intervenção dos ocidentais passou a ser brutal. O exemplo da vasta Índia inglesa despoletava ambições. E não faltaram oportunidades para esquartejar a imensa China: a guerra do ópio (1840-1842), a revolução nacionalista e xenófoba dos Tai Ping 太 平 (1850-1864), a II guerra sino-japonesa (1894- 1895), o movimento nacionalista dos Boxers (1900), a guerra russo-japonesa (1904-1905). Ao iniciar o século XX, o Império do Meio via-se desapossado de importantes porções do seu território, desmantelado economicamente e humilhado por uma série de tratados que designou, não sem razão, ‘tratados iníquos ou tratados desiguais’. Estava assim preparado o terreno para a gestação de um núcleo duro de nacionalistas revolucionários, que se organizaram em sociedades secretas – umas já com ideais republicanos, outras ainda monárquicas – lançando as raízes do primeiro movimento revolucionário da China moderna, que seria provisoriamente encabeçado por Sun Yat- Sen (Sun Yixian 孫逸仙). O fundador da República Chinesa nasceu a 12 de Novembro de 1866, numa aldeia rural, Cuiheng 翠亨, 30 km a norte de Macau, distrito de Xiangshan (香山), actual município de Zhongshan 中山 – berço de inúmeros chineses ultramarinos. Criança pobre, com 5 irmãos, Sun ajudava o avô na apanha de ostras e o pai nas lides da lavoura. ‘Sou cule e filho de cules’, declararia mais tarde, recordando a China semi-colonial e semi-feudal da sua infância. Em Maio de 1878, com 11 anos de idade, passou por Macau, pela primeira vez, acompanhado da mãe, rumo ao Hawai, onde o irmão mais velho, Sun Mei 孫眉, ali emigrado, lhe custearia os estudos no Iolani College, da English Methodist Church, em Honolulu. Em 1883, prosseguiu a sua educação ocidental em Hong Kong, onde também se baptizou no protestantismo. Aos 18 anos, casou com Lu Muzhen 盧慕貞. Em Junho de 1892 licenciou-se em medicina e cirurgia, pelo College of Medicine for Chinese, de Hong Kong, e transferiu-se para Macau, onde iniciou, em Setembro desse ano, a sua carreira de médico, no hospital de Kiang Wu (Jinghu Yiyuan 鏡湖醫院), tornando-se o primeiro médico chinês a praticar ali medicina ocidental. Impedido de prosseguir a sua carreira em Macau, voltou para Hong Kong, em 1893, e ali, na Casa Vermelha, perto do Castle Peak, conspirou para derrubar a dinastia manchu. Seguiu para o interior da China, onde, entre 1895 e a instauração da república, dirigiu nove revoltas, nas províncias de Guangdong 廣東 e Guangxi 廣西. Em Novembro de 1895, por ter abortado a primeira insurreição armada que organizara em Guangdong 廣東, fugiu para Macau e, com a ajuda de um amigo macaense, Francisco Hermenegildo Fernandes, embarcou para Hong Kong e dali para o Japão, prosseguindo uma carreira de revolucionário profissional, com deslocações à Inglaterra e aos Estados Unidos. Em Agosto de 1905, fundou em Tóquio a “Liga Unida da China”, republicana, que rapidamente adquiriu importância no Império do Meio e, com o apoio das comunidades chinesas da América, esteve directamente ligada à revolução que, em 10 de Outubro de 1911, derrubou a dinastia Qing 清. Em 29 de Dezembro do mesmo ano, foi eleito pelos representantes de 17 Províncias, Presidente Provisório da República da China. Em 1 de Janeiro do ano seguinte, foi proclamada oficialmente, em Nanquim, a República da China, tendo o Dr. Sun tomado posse do cargo, com um governo também provisório. A revolução abortou de imediato e foi forçado a demitir-se, logo em 13 de Fevereiro, um dia depois da abdicação do imperador manchu, Pu Yi 溥儀. Em Beijing 北京 dominava Yuan Shikai 袁世凱, tentando restaurar o antigo regime monár quico. Quando a China mergulhava de novo na anarquia, Sun Yat-Sen (Sun Yixian 孫逸仙) passou por Macau, onde não voltara desde que aqui fizera escala, em fuga para o exílio, em 1895. Desta vez vinha em trânsito, de Hong Kong para a sua terra natal. Chegou a 24 de Maio de 1912, e permaneceu até 27, alojandose no palacete de Lou Lim Ioc (Lu Lianruo 盧廉若), seu apoiante e amigo. Encontrou-se com o Governador e com outras personalidades, que lhe organizaram uma recepção solene, e visitou o hospital de Kiang Wu (Jinghu Yiyuan 鏡湖醫院, antes de seguir para a sua terra, Cuiheng 翠亨, que não visitava havia 17 anos. Voltaria a passar por Macau em 16 de Junho do ano seguinte, vindo de Xangai, onde defendera o derrube de Yuan Shikai 袁世凱 (que pretendia fazer-se coroar imperador), e preparara a “Segunda Revolução”. Ficou então instalado em casa do irmão mais velho, Sun Mei 孫眉, na Rua Central, e seguiu para Hong Kong, a 24. Nesta visita, realizou encontros diversos, para acelerar a proclamação da independência da província de Guangdong 廣東. Com a morte de Yuan Shikai 袁 世凱, em 16 de Junho de 1916, Sun Yat-Sen (Sun Yixian 孫逸仙) tentou restaurar a constituição provisória de 1912 e, por essa causa, criou, em Julho de 1917, o Governo Militar de Guangdong 廣東. Aproveitou também para se encontrar com a sua filha mais velha, gravemente doente. A jovem Sun Ting 孫蜓, que havia partido para os Estados Unidos em 1912, com os dois irmãos Sun Fo (Sun Ke 孫科) e Sun Wan 孫婉, para estudar, regressara entretanto a Macau por sofrer de doença renal grave, da qual viria a falecer a 25 daquele mês de Junho de 1913, um dia depois da partida do pai para Hong Kong. Sun Yat-Sen (Sun Yixian 孫逸仙) não voltaria a Macau, cidade que continuaria a ser uma importante base para as actividades dos seus correligionários. As revoltas continuaram, até à unificação empreendida por Jiang Jeshi 蔣介石 (que viria a casar com uma irmã da terceira mulher de Sun), e posteriormente consumada por Mao Zedong 毛澤 東 . Morreu de cancro no fígado, em Beijing 北京, em 12 de Março de 1925. Sun Yat-Sen (Sun Yixian 孫逸仙) deixou dois testamentos: um dirigido aos seus correligionários do Guomindang 國民黨, partido nacionalista que fundara e que, após a sua morte, seria dirigido por Jiang Jeshi 蔣介石 (a última e veemente recomendação referia-se à abolição dos tratados iníquos) e outro dispondo dos seus bens (“O que eu deixo são livros, roupas e a minha casa, indo tudo para minha mulher como recordação”). Em instruções à esposa terá manifestado a vontade de ser embalsamado, colocado numa urna semelhante à do seu amigo Lenine, que falecera um ano antes, e enterrado no Monte do Tigre, em Nanquim, onde jaz. Alguns dias após a sua morte, relizou-se no hospital Kiang Wu (Jinghu Yiyuan 鏡湖醫院) uma grandiosa homenagem em sua memória, na qual terão participado cerca de 20.000 pessoas, das 100.000 que então habitavam nesta cidade. Macau era a terra adoptiva da família do Dr. Sun. O irmão mais velho, Sun Mei 孫眉, a primeira mulher, Lu Muzhen 盧慕貞, e os três filhos, aqui viveram e alguns aqui faleceram, factos que afirmam o apreço que o fundador da república chinesa nutria por esta cidade. Testemunho perene da ligação de Sun Yat-Sen (Sun Yixian 孫逸仙) a Macau, são três grandes estátuas, um busto, e uma Casa-Museu: Sun Yat-Sen Memorial Hall. A nenhum herói Macau erigiu tanto mármore e tanto bronze como ao “Pai da Pátria”: assim é conhecido o fundador da República e primeiro grande revolucionário da China moderna, que abriu caminho para o nacionalismo de Jiang Jeshi 蔣介石 e para o comunismo de Mao Zedong 毛澤 東. [A.G.A.] Bibliografia: ARAÚJO, Amadeu Gomes de, “Sun Yat-Sen em Macau: a Casa-Museu e as Estátuas”, in MacaU, n.º 87, (Macau, Julho 1999), pp. 38-42; BOORMAN, L. Howard, Biographical Dictionary of Republican China, (Nova Iorque, 1970); GUEDES, João, “Sun Iat Sen, Macau e a Revolução”, in Revista da Cultura, n.º 16, (Macau, 1991), pp. 63-95; ZHENG Lei; SHENG Yunhua; FOK Kai Cheong, Macau: Portal e Palco por onde Sun Yat-Sen Ganhou Acesso ao Mundo, (Macau, 1996).

1869

A estrutura da cidade vai-se modificando, surgindo uma arquitectura que é o resultado de uma especial síntese de tradições e inovações. São construídos os aterros nas zonas da Praia Pequena e do Manduco que se traduzem em mais espaços para novas construções. É nesta época que se iniciam as obras do Jardim Botânico, mais tarde conhecido por Jardim de Camões, o primeiro de um conjunto mais vasto de jardins que surgiriam na segunda metade do século XIX. A arquitectura começa a inspirar-se nos modelos do neoclassicismo académico que, progressivamente, acabará por integrar a linguagem do ecletismo oitocentista. Lugar destacado teve o arquitecto José Tomás de Aquino que projectou diversas residências, teatros, igrejas, sendo de sublinhar a reedificação, em 1834, da casa Joseph Jardim, na Rua do Bom Parto; a construção, em 1837, de uma nova Ermida da Penha; o Teatro Luso-Britânico, em 1839; a sua própria residência, em 1846, na chácara de Santa Sancha, mais tarde residência do governador; o Palacete da Flora, em 1848. Pouco depois abriram-se as ligações entre a zona da Porta de Santo António e Mong Há (Wangxia 望廈), passando pela Porta do Cerco. A par da reparação e modernização das velhas fortificações, construíram-se novas, como o Forte de Mong Há (Wangxia 望廈), a Fortaleza de D. Maria II e a bateria Primeiro de Dezembro. No interior da cidade procedeu-se à melhoria de alguns edifícios civis e religiosos e foi estabelecido a numeração de prédios e casas. Por esta altura, década de cinquenta, Macau contava com mais de 25.000 habitantes, dos quais 20.000 eram chineses. A partir dos anos 50, a política de regeneração estendeu-se também a Macau, levando ao melhoramento das suas comunicações, do sistema viário, das medidas de saneamento e das grandes obras públicas. É também a partir desta época que a influência de Hong Kong mais se faz sentir em Macau, bem evidente na reconstrução e na expansão da cidade. O neo-classicismo, já definido como um estilo internacional com adaptações às condições locais, vai sendo um modelo que, através da Inglaterra, vai aparecendo na Índia, Viet Nam, em algumas cidades portuárias da China, Hong Kong e, através desta, em Macau. Já nos finais da década seguinte, por portaria de 12 de Março de 1869, é nomeada uma comissão para classificar as ruas da cidade, composta por Félix Hilário de Azevedo, Lourenço Marques, João Correa Paes de Assunção e Manuel de Castro Sampaio. Posteriormente, a referida comissão elaborou e apresentou, a 16 de Junho do mesmo ano, um relatório ao governador Sérgio de Sousa (1868-1872). Foram restituídos os nomes originais a várias ruas, outras obtiveram novos nomes, num total de 529 vias públicas. O recenseamento de Junho de 1867 apresentava um total de 56252 habitantes. As áreas de maior concentração eram a cidade cristã, com 20.177 habitantes, e o Bazar, com 14.573 habitantes. Os europeus residiam em maior número na Sé e em S. Lourenço. O Hospital português de S. Januário é construído a partir de 1872, filiando-se no modelo neogótico inglês, da autoria do barão do Cercal, também autor do projecto do Cemitério de S. Miguel, no qual se encontra a capela neogótica, de 1875. O Grémio Militar, mais tarde Clube Militar, é igualmente do barão do Cercal, datado de 1872, assim como a fachada principal do Teatro D. Pedro V (1863-79), ambos de inspiração clássica. Já o Quartel da Polícia Marítima na Barra (1879) é do risco do arquitecto italiano Cassuto, de inspiração neoindiana de tipo inglês. Em 1881 fizeram-se obras de regularização das margens do Porto Interior, tornando possível a abertura de uma marginal que, mais tarde, se ligaria ao passeio da Praia Grande. Obedecendo aos novos gostos, a antiga fachada lisa da Santa Casa da Misericórdia é transformada numa arcada em dois andares, vulgarizando-se as arcadas nos edifícios das ruas comerciais como os do Largo do Senado e da Avenida Almeida Ribeiro.

1907

No dia 12 de Março de 1907, foram inaugurados pelo Bispo D. João Paulino d'Azevedo e Castro a capela e asilo de S. Francisco Xavier de Mong-Há, construídos à custa do Jesuíta Pe. Adriano de Sousa Gomes.

1913

No dia 12 de Março de 1913, António Júlio Guimarães Lobato assumiu o cargo do Comandante Militar e Administrador do Concelho das Ilhas.

1921

São publicadas no dia 12 de Março de 1921 a Portaria n.º 77 e 78. Tendo sido organizados pelo decreto n.º 7030 de 16 de Outubro de 1920, os Conselhos Executivo e Legislativo desta Colónia, é extinto o Conselho do Governo de Macau, Ao mesmo tempo é criado o Conselho de Finanças.

1937

O Governo de Macau anuncia no dia 12 de Março de 1937 que se procederá, no dia 15 de Abril do corrente ano, a arrematação do exclusivo do jogo de Fantan em Macau, pelo tempo a decorrer desde 18 de Maio de 1937 a 17 de Maio de 1940, sendo a base de arrematação de $1,200,000.00, e o depósito de $120,000.00 como garantia.

Mais

Aviso Importante: Anúncio sobre a actualização dos "Termos e Serviços" do website de Cultura e História "Memória de Macau"

Caros membros do website "Memória de Macau", olá!

Agradecemos o vosso apoio e confiança ao longo do tempo ao website de Cultura e História "Memória de Macau". A fim de otimizar a qualidade dos serviços a prestar aos membros e proteger os seus direitos e interesses, será implementada, oficialmente, uma nova versão dos "Termos e Serviços" que entrou em vigor a 28 de Abril de 2025. Por favor, leiam o texto completo da versão actualizada. O conteúdo pode ser consultado aqui:

👉 Clique aqui para tomar conhecimento da versão actualizada dos "Termos e Serviços"

Li, concordo e aceito o conteúdo actualizado dos "Termos e Serviços".

Caso tenha alguma dúvida sobre a versão atualizada, não hesite em contactar-nos.

Agradecemos o vosso contínuo apoio e confiança. O website de Cultura e História "Memória de Macau" continuará a prestar serviços aos seus membros de forma segura e conveniente.

Com os melhores cumprimentos,

Website de Cultura e História "Memória de Macau"

Data de actualização: 28 de Abril de 2025

Pesquisa avançada

Palavra-chave

    Tópico

    Tipo

    Local

    Período

    Instruções de uso

    Pesquisar em todo o site

    Login