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1582

A chamada Embaixada dos Quatro Jovens à Europa na Era Tensho (1582-1591) é um episódio da antiga Igreja do Japão e um dos que, hoje em dia, têm maiores atractivos. É também uma história que tem uma profunda ligação com a cidade de Macau: os embaixadores passaram duas vezes por esta cidade e depois vários deles voltaram aqui por motivos de estudo ou desterrados. A embaixa da foi planeada pelo Padre Valignano, com uma dupla finalidade: levar ao Sumo Pontífice as saudações da Igreja do Japão e mostrar-lhe o seu progresso, e, no regresso ao Japão, fazer dos embaixadores testemunhas, perante os seus compatriotas, do que tinham visto na Europa.Valignano comunicou o seu projecto aos três dáimios cristãos de Kyushu: D. Francisco Otomo, dáimio de Bungo, que envia como seu embaixador Ito Mâncio, neto do daimio de Hyuga; D. Protasio Arima, dáimio de Arima e D. Bartolomeu Omura, senhor de Omura, que escolhem como embaixador Miguel Chijiwa, neto do dáimio de Arima, Haruzumi Sengan, que era sobrinho de Omura Sumitada e primo de Arima Harunobu. Os outros dois jovens, Martinho Hara e Julião Nakaura, eram filhos de vassalos principais de Omura Sumitada. As genealogias estão hoje em dia bem investigadas e os rumores de que os dáimios os não teriam enviado não passam de calúnias para desacreditar a legação. A embaixada sai de Nagasáqui a 20 de Fevereiro de 1582, chega a Portugal a 11 de Agosto de 1584, estão em Roma de 22 de Marco de 1585 a 3 de Junho, e voltam a Nagasáqui a 21 de Julho de 1590. Estiveram em Macau, à ida, de 9 de Março de 1582 a 31 de Dezembro, e à volta, de 28 de Julho de 1588 a 23 de Julho de 1590. Macau foi o seu primeiro contacto com um país estrangeiro, e há poucos dados sobre essa primeira estada. No regresso ficam, por falta de embarcação, dois anos; são já homens, com uma experiência rica, e temos dados abundantes sobre a sua estada. Como durante a viagem recebem a notícia da morte do Cardeal D. Henrique e da anexação de Portugal a Espanha, a sua primeira visita a Portugal limita-se a descansar e a visitar alguns lugares, embora a sua primeira visita a Évora, festejados pelo bispo D. Teotónio de Bragança, e a Vila Viçosa, hóspedes do Duque de Bragança, os ponha em contacto com o mundo político e religioso da Península Ibérica. A caminho de Madrid iniciam uma série de peregrinações com a visita ao Mosteiro de GuadaluPadre Em Toledo, Miguel Chijiwa adoece gravemente e, ao chegar a Madrid, também Martinho Hara adoece, mas todos estão em forma para assistir ao juramento do Príncipe D. Filipe, filho de Filipe II. Vão para Itália, e depois da sumptuosa recepção feita por Sua Graça o Grão-Duque de Medicis, seguem para Roma. Chegam a 22 de Março, e a 23 é a recepção solene, em Consistório, pelo Papa Gregório XIII. Julião Nakaura está gravemente doente, mas consegue uma visita privada ao Papa, a qual marca a sua vida. Duas semanas mais tarde morre Gregório XIII, sucedendo-lhe Sixto V, que trata os embaixadores com o mesmo afecto paternal. O Senado de Romaconcede-lhe sotítulo de cidadãos romanos. Saem de Roma cobertos de honrarias e, numa viagem minuciosamente contada em numeros os documentos, passam pelas cidades de Bolonha, Ferrara, Veneza, Mântua e Milão, embarcam em Génova e atravessam o Mediterrâneo até Barcelona. Dali, depois de uma peregrinação a Monserrate, vão despedir-se de Filipe II, que estava nas cortes de Monzón, e voltam a Portugal. Enquanto não chega a altura de embarcar, vão a Coimbra, onde entram em contacto com o mundo universitário; estudam música em Lisboa e adquirem ali uma máquina impressora e os caracteres móveis que introduzirão no Japão; ao mesmo tempo, os seus companheiros Jorge Loyola e Constantino Dourado iniciam-se na arte da imprensa e no fabrico dos tipos para a imprensa. Chegam a Goa a 29 de Maio de 1587 e aqui voltam a reunir-se com o Padre Valignano, e seguem para Macau, onde chegam a 28 de Julho de 1588. Aqui recebem as notícias da perseguição iniciada por Toyotomi Hideyoshi e da morte de D. Francisco Otomo e de D. Bartolo- meu Omura. Alojam-se numa casa nos terrenos do Colégio e, enquanto esperam dois anos para partirem para o Japão, dividem o seu tempo entre o estudo e a música. No dia de Ano Novo de 1589 deram um concerto na igreja da Companhia. Chegados ao Japão, vão descansar no Seminário de Arima, então em Hachirao, onde comunicam aos alunos os seus conhecimentos de música europeia. Dali partem para Quioto, para acompanharem o Padre Valignano na apresentação da sua embaixada perante Hideyoshi, a quem obsequiam com canto e música.Terminada esta difícil missão voltam a Kyushu, onde apresentam a Arima Harunobu a resposta do Papa à sua legação, e fazem depois o mesmo perante D. Sancho Omura, que tinha sucedido ao pai. Finalmente, a 25 de Julho de 1591, entram no noviciado da Companhia de Jesus, que era então em Kwachinoura, em Amakusa. Pouco a pouco, os seus caminhos separam-se: Miguel Chijiwa, doente e com pouca aptidão para o estudo, deixa a Companhia e vai servir o primo, D.Sancho de Omura; Mâncio Ito e Julião Nakaura voltam em 1601 a Macau, onde estudam Teologia durante três anos, e a seguir de novo no Japão, trabalham no seminário e na igreja de Hakata. Ordenados sacerdotes em 1608, Ito Mâncio vai para a igreja de Kokura, de onde, expulsosos Missionários em 1611, volta a Nagasáqui, e morre de doença, no Colégio, a 13 de Novembro de 1612. Em Novembro de 1614 todos os missionários são expulsos do Japão: o Padre Mesquita morre dias antes de partir, na praia de Nagasáqui; Martinho Harae Constantino Dourado vão para Macau, onde Constantino consegue finalmente ser ordenado sacerdote e é nomeado reitor do seminário, mas morre em 3 de Julho de 1620, e Martinho Hara, depois de anos de apostolado, morre em 23 de Outubro de 1629. Julião Nakaura fica no Japão, escondido, na povoação de Kuchinotsu, de onde atende a outras regiões. Depois de uma vida heróica com o missionário clandestino é feito prisioneiro em Kokura em finais de 1632, enviado para o cárcere de Crusmachi em Nagasáquie, após dez meses de cárcere e de julgamentos, morre na tortura da fossa na colina Nishizaka, a 21 de Outubro de 1633. Nesse mesmo ano iniciou-se em Macau o processo da sua beatificação. Esse processo, interrompido durante longos anos, foi retomado e está actualmente em andamento em Roma. A história dos Quatro Legados, as numerosas obras e scritas sobre eles e a influência que exerceram na música, arte,literatura e sobre tudo nas relações com Roma nos séculos XVI e XVII, fizeram deles figuras importantes da história japonesa dessa época. [D.Y.]Bibliografia: FRÓIS, Luís, La Prémiere Ambassade du Japon en Europe, (Tóquio, 1942); SANDE, Duarte de, Diálogo sobre a Missão dos Embaixadores Japoneses à Cúria Romana,(Macau, 1997); YUUKI, Diego, Os Quatro Legados dos Daimios de Quiuxu após Regressarem ao Japão, (Macau, 1990).

1643

No dia 22 de Março de 1643, martírio de mais quatro sacerdotes em Nagasaki.

1692

No dia 22 de Março de 1692, em atenção ao imaginativo missionário e músico Pe. Tomás Pereira, o Imperador K’ang- Hsi (Kangxi) promulgou o Édito de Tolerância, pelo qual a China ficou aberta à instrução religiosa católica. O Cristianismo tornou-se tão popular que só nas províncias de Kwangsi (Guangxi), Kiangsu (Jiangsu) e Anhui havia 100 igrejas e 100 mil convertidos.

1745

No dia 22 de Março de 1745, D. João V proibe os casamentos de estrangeiros em Macau, visto que em poucos anos eles excederiam os portugueses.

1792

No dia 22 de Março de 1792, a Rainha D. Maria I manda dar anualmente 50 taéis à Igreja da Sé; 30 à de S. Lourenço e 20 à de St.o António.

1828

No dia 15 de Março de 1828, no escritório do tabelião José Gabriel Mendes é feita a escritura de compra da Ilha Verde, assinada pelo Pe. Nicolau Borja por parte do Seminário de Macau, a Bernardo Gomes de Lemos, que era co-proprietário dessa Ilha com Manuel Homem de Carvalho; o preço foi de duas mil patacas, nelas sendo empregue parte do dinheiro que recebeu da venda de bens da Missão Portuguesa de Pequim. (Cfr. esta Cronologia…1805 - Fevereiro). A Ilha Verde é comprada pelo Colégio de S. José, por duas mil patacas espanholas, como vimos, a 15 de Março de 1828. A 22 do mesmo mês se relatam mais pormenores: Tem 3.300 “paos” ou “côvados” chineses, medidos por cima do alicerce do muro velho, em circuito. A Ilha tinha casas e árvores de fruto e a venda ao Seminário permitiu resguardá-la da ocupação abusiva de chineses que já por lá iam armando barracas clandestinas, ameaçando, aos poucos, tomar o domínio dela.

1839

No dia 22 de Março de 1839, Elliot pede ao Governador de Macau protecção para os súbditos britânicos: o Governador Silveira Pinto consentiu mas exceptuou todos os que estivessem envolvidos no tráfico do ópio.

1839

Estas eram as fabulosas bolas de ópio cozido. Era nesta forma que a droga era preparada para ser encaixotada e enviada para os fumatórios da China. O ópio era conhecido na China desde o século 7 altura em que aqui foi introduzido pelos árabes. No entanto é só no século 17 que o seu comércio tem início em força trazido nos navios holandeses. Aliás no combate contra os holandeses de 24 de Junho de 1622, segundo diz o historiador Charles Boxer os defensores da cidade fumaram ópio antes de arremeterem com êxito contra os invasores dos países baixos. No entanto, o contrabando do ópio feito de uma forma , pode dizer-se industrial, começou verdadeiramente com os ingleses em finais do século 19.

1927

No dia 22 de Março de 1927, é concedida a licença para fundação duma fábrica de fósforos nuns prédios situados nos novos aterros a Oeste da Porta do Cerco, passada a Rolf Eskil Maghusson, Gerente no Extremo Oriente da Sociedade Swedish Match Company Limited, de Estocolmo, Suécia. (Arquivo Histórico de Macau– F.A.C., P. n.° 217 – S-F).

1993

Professor, crítico literário, romancista e poeta português nascido em Amarante. Autor da antologia bilingue Trocar de Século: Poema/Century Sleep: A Poem (1995), conjunto de quarenta e um poemas escritos em/sobre Macau, de 22 de Março a 12 de Abril de 1993. O próprio título recorda-nos a presença portuguesa no enclave do Sul da China, sendo a chegada dos portugueses no século XVI metaforizada através do pano das velas em que se distingue a Cruz de Cristo, enquanto no final do século XX a transição da administração de Macau passa pelas portas do entendimento. Nos poemas, essa mesma (con)vivência transcultural do território encontra-se metaforizada na confusão comparativa experienciada pelos gatos que, famintos, percorrem os cemitérios chineses da cidade ingerindo as oferendas que os “mortos apenas cheiram” indo posteriormente para os cemitérios cristãos nos quais o “anjo não é para comer” (“Cemitérios”). O exotismo e a multiculturalidade geram espanto e dão lugar a um processo de (inter)aprendizagem, como o demonstra a própria lorcha navegante nos mares do Sul da China (“As ilhas e a sua Fábrica”). Macau é um aeroporto de onde se voa para o mundo, cidade cosmopolita e plataforma cultural (“Viver, Sobreviver”), fazendo a alma portuguesa também parte da história e “personalidade” da urbe em comunhão com a alma chinesa que se faz sentir por toda a cidade [“Herança(s)”]. Quanto às palavras-significantes que se repetem, campos semânticos recorrentes que se interrelacionam com a vivência multissecular do enclave, temos: bruma-mistério, século, ilhas, céu-asasvoar, jogo; cidade-pérolas-ostras, lótus, São Paulo e caligrafias. Alguns dos temas são ainda comuns aos romances do autor (“O Meu Anjo Catarina”): a aristocracia, os anjos e a Universidade de Coisa Nenhuma. O pendor cosmopolita deste espaço social é transversal a todas as composições, sendo a singularidade e o exotismo do território uma das características que concorrem para esse mesmo estatuto, como se de património mundial se tratasse. O imaginário e os rituais cristãos (“Casas e Colchas”) e orientais, bem como as inúmeras referências aos ex-libris da cidade, conferem aos textos uma cor local que adensa o imaginário em torno do qual o espaço se envolve paralelamente às solitárias e imaginativas caminhadas do visitante atento que vai pintado os sabores, os sons, as visões e a geometria da cidade pérola a flutuar no delta do rio. A par das paisagens características de Macau, como os andaimes de construção civil construídos de bambu, as colheres de chá, os idosos do Largo do Leal Senado e o jogo (“A vida, o Jogo”), a antologia vai reunindo cumulativamente diversos monumentos e topónimos da cidade, inclusivamente com recurso à metonímia. O solitário transeunte viaja no túnel do tempo, imaginando o “navegante do século dezasseis/a bater às portas/barrocas da fachada equilibrista da igreja de São Paulo” (“Trocar de Século – II”). A fachada, actualmente esguia e “equilibrista”, é adornada por uma porta que não existe materialmente através da qual o “descobridor de mundos e caminhos/já perdeu o sentido do tempo” (ibidem), sendo que mesmo com um astrolábio não sabe em que século se encontra, como se o instrumento marítimo fornecesse também as coordenadas temporais dos Descobrimentos portugueses. Este poema remete para a intemporalidade da navegação lusa, dando o seu título também nome à antologia. A fachada de São Paulo, iludida, vive (n)um eterno drama ascético, sendo “um cemitério de pedra [...] a bater asas para levantar voo” (“São Paulo”), agarrada ao chão de Macau pelo peso da âncora, que, mais uma vez, remete para os Descobrimentos. A dicotomia céu/terra, também presente na vivência da Natureza animizada e personificada do Jardim Luís de Camões (“O Verdadeiro Divino”), recorda uma das figuras esculpidas na própria fachada, a pomba do Espírito Santo. Através da troca dos séculos e dos seus trocares, ao longo das calçadas e vivências culturais de Macau, o Poema/Poem vai-se tornando um texto com pendor narrativo, por entre as entrelinhas e os trocadilhos retórico-culturais que representam uma cidade que, tal como a real, se apresenta ora exótica e distante ora próxima e familiar. Ressoa, portanto, uma pergunta ao longo da obra para a qual o sujeito lírico vai compondo e descrevendo as respostas possíveis e imaginárias (“A Alma da Cidade”). O trocar do século torna-se uma presença constante ao longo da obra, e é título de duas composições, remetendo para o século XVI (chegada dos portugueses), para o final do século XX (partida dos mesmos), bem como para um significativo “mistério de sentidos” que se vai adensando no texto. Alexandre Pinheiro Torres faleceu em Cardiff, decorria o ano de 1999. [R.M.P.] Bibliografia: TORRES, Alexandre Pinheiro, Trocar de Século: Poema/Century Sleep: A Poem, traduzido para inglês por Deborah Nickson, revisto pelo poeta John Freeman, (Macau, 1995); PUGA, Rogério Miguel, “Trocar de Século-Poema: Macau na Poesia de Alexandre Pinheiro Torres”, in Administração: Revista de Administração Pública de Macau, vol. 14, n.º 53:3, (Macau, 2001), pp. 1131-1144; PUGA, Rogério Miguel, “Macau na Poesia Inglesa: Sir John Francis Davis; Sir John Bowring; W. H. Auden; Gerald H. Jollie e Alexandre Pinheiro Torres”, in AMARO, Ana Maria; MARTINS, Dora (coords.), Estudos Sobre a China VII, vol. 2, (Lisboa, 2005), pp. 847-882.

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