Surgimento e mudança da Ribeira Lin Kai de San Kio
Macau e a Rota da Seda: “Macau nos Mapas Antigos” Série de Conhecimentos (I)
Escravo Negro de Macau que Podia Viver no Fundo da Água
Que tipo de país é a China ? O que disseram os primeiros portugueses aqui chegados sobre a China, 1515

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Trata-se de um significativo conjunto de cerca de seis mil folhas manuscritas, cronologicamente situadas, na sua grande maioria, entre meados do século XVIII e a primeira metade da centúria seguinte. A temática desta documentação diz respeito às relações entre as autoridades portuguesas e chinesas a propósito do território de Macau, versando múltiplos e variados temas, no âmbito dos contactos ofic
No dia 12 de Fevereiro de 1703, foi discutida no Senado a paga de 600 taeis de foro ao Imperador da China; resolveu-se que se pagasse um mês de cada ano de todos os rendimentos, tanto de boticas (lojas) como de casas de aluguer; não chegando, deveria ratear-se a falta pelas casas e boticas vagas e pelas casas dos moradores.
Escritor norte-americano, comerciante, desenhador, coleccionador de espécimes naturais, interessado em fotografia e membro da Academia de Ciências Naturais de Filadélfia, filho dos famosos actores de Filadélfia, William Burke Wood (1779-1861), empresário que funda o teatro Old Drury, e Juliana Westray Wood (m. 1836), autora da obra Sketches of China: With Illustrations from Original Drawings (1830). Wood nasceu em 1804 e aos vinte e cinco anos foi contratado como ilustrador da firma Titian Peale and Charles A. Le Seur, tornando-se, mais tarde, director do Museu de Baltimore. O jovem parte para a China em 1825, em busca de fortuna, fundando, juntamente com Alexander Matheson, funcionário da firma Magniac & Co., em Novembro de 1827, o primeiro jornal em língua inglesa de Cantão, o Canton Register, no qual desempenha a função de editor até ao seu quarto número. Wood regressa a Filadélfia em 1829 e publica Sketches of China no ano seguinte, sem grande sucesso imediato. Aos vinte e cinco anos de idade regressa à China com Joseph Archer, um comerciante seu conterrâneo, para fundar uma nova firma comercial e recolher espécimes naturais a pedido da Academia das Ciências Naturais. Wood chega a Macau em 12 de Fevereiro de 1831, sendo aí apresentado (01-03-1831) a Harriett Low por Thomas Beale, seu velho amigo. Os jovens acabam por se apaixonarem um pelo outor e troca correspondência quando o primeiro se encontra em Cantão, embora os tios da jovem proibam a relação amorosa. Em 4 de Julho de 1831, Wood leva uma “Camera Obscura” à casa dos Low, e, no ano seguinte, permanece algum tempo em Macau ensinando a jovem Low a desenhar, por entre passeios a pé. Wood estabelece-se na feitoria francesa, emprega-se como escriturário da Russell and Company, dirigida pelo tio de Harriett, Wiliam Henry Low – que o deseja afastar da firma –, e o jovem funda, um outro jornal, o Chinese Courier, com curta existência para competir com o Canton Register, sendo um órgão de comunicação social que não privilegia apenas a voz da Companhia das Índias inglesa, pois, no mesmo, o jovem queixa-se do isolamento em que a (cruel) comunidade estrangeira vive em Macau e critica as actividades missionárias ocidentais na China, o que lhe vale um quase duelo, marcado em Macau, com o irlandês Arthur Saunders Keating (m. Macau, 21-10-1837), editor do Canton Register. O primeiro número do novo semanário saiu em 28 de Julho de 1831, com uma assinatura de doze dólares por ano (sede em Cantão: n.º 5 do French Hong) e pretendia estimular o quotidiano cantonense, como o próprio Wood afirmava. O Courier seria um jornal de imprensa diferente, “livre” e independente dos interesses da Companhia das Índias inglesa, ou seja, Wood critica o Canton Register, Charles Marjoribanks e todo o Comité Selecto da Companhia das Índias por não terem agido prontamente e permitido que os portugueses de Macau protestassem junto das autoridades chinesas sobre o roubo e espancamento do capitão W. R. Lester a bordo de uma embarcação portuguesa que se dirigia de Lintim para Macau. O jornal critica também a ‘escola’ missionária do Dr. Robert Morrison na China, cuja acção junto dos chineses é ineficaz. Em 15 de Agosto de 1831, após o terceiro número (11- 08-1831), Wood ataca directamente o Comité Selecto do “monstro comercial” (a Companhia que detém o monopólio) por ter ameaçado parar o comércio com os chineses após a destruição do jardim da Companhia e do insulto ao quadro de George IV. Harriett Low discorda das últimas críticas de Wood à Companhia inglesa e, em Dezembro de 1832, confessa à irmã os seus sentimentos por Wood (“youth”), caracterizando- o longamente: excelente desenhador e seu apaixonado, correspondente e professor de desenho, de bons princípios e carácter, pouco atraente mas com um ar de intelectual, olhos azuis, cabelo castanho, sorriso doce, alto, de boa figura, um cavalheiro, falador, impetuoso, inteligente, bom comerciante, honesto e orgulhoso. No Chinese Courier, Wood assina os seus textos sob pseudónimos como Hesperus (24-12- 1831) e redige críticas de espectáculos de ópera em Macau (02-07-1833). A última edição do jornal sai em 23-09-1833, partindo Wood para as Filipinas em 15 de Outubro, mas voltaria ainda a Macau e visitaria a Europa, não se sabendo ao certo se regressou aos Estados Unidos. Relativamente a Sketches of China, durante uma das muitas festas a bordo de uma embarcação no Rio das Pérolas (22-07-1831), Harriett Low contempla uma paisagem a que hoje poderíamos chamar de Chinneriana, uma sampana dirigida por duas jovens, transcrevendo um excerto da obra, que refere essa mesma prática feminina. A obra do jornalista que reside em Macau durante as trading seasons dedica algumas páginas ao enclave, falando da beleza da península vista do mar. O autor descreve a localização geográfica da cidade, os portos interior e exterior, bem como o ancoradouro da Taipa, a Porta do Cerco, os soldados chineses que aí se encontram e que são facilmente subornáveis se a curiosidade levar o visitante a atravessar a fronteira, as várias aldeias que se formaram dentro das muralhas, o “poder nominativo” dos portugueses, os governos português e chinês do território, os cerca de quatrocentos soldados portugueses (na sua maioria naturais de Goa e de Macau), não se encontrando nem homens nem armas preparados para o serviço militar activo. O texto refere ainda os fortes (de S. Francisco, do Monte, da Guia, do Bispo e as Baterias de Água e Semicircular), alguns com capelas e canhões ineficazes, e que em “mãos competentes” constituiriam uma eficaz defesa para a cidade. A única escola pública é o Colégio de S. José, onde os professores (excepto o de Inglês) são clérigos, e cujos estudantes se distinguem pela farda que usam: uma batina longa e preta, um barrete quadrado e uma tira estreita (gola de musselina) branca à volta do pescoço. A biblioteca da instituição é considerável, contendo sobretudo velhas obras teológicas e manuscritos sem interesse. No entanto, o autor confessa, interessado pela história da cidade, não ter examinado essas fontes, pois poderia ter sido recompensado com alguma descoberta sobre a história do início de Macau. As igrejas são inúmeras, a população não tem falta de instrução religiosa, e as festividades são tantas que Wood, em tom de brincadeira, afirma poderem os alunos da cidade gozar duzentos e vinte e cinco feriados durante o ano. Já a população é descrita como fanática, intolerante e fortemente manipulada por padres católicos, muitos deles ignorantes. Relativamente ao número de habitantes, Wood contabiliza juntamente os três mil portugueses, os reinóis, os cafres e os mestiços e, por outro lado, os quatro mil chineses dentro das muralhas, alguns dos quais se ocupam da limpeza das ruas, juntando o lixo para produzir adubo. No mercado chinês abunda peixe barato depositado previamente na alfândega da Praia Grande para pagamento de impostos, processo esse também descrito pelo autor. As casas dos portugueses são espaçosas, mas sombrias e desconfortáveis devido à não utilização das lareiras e à escassez de tapetes e mobília, sendo o soalho pintado, imitando o mármore. Wood elogia a construção de casas como a Casa Garden, informando que as habitações ocupadas por residentes anglófonos são confortavelmente equipadas com fogões ou grelhas. O comércio de mercadorias estrangeiras e o contrabando são também referidos, enquanto se descrevem as sampanas conduzidas por “donzelas anfíbias” e outros meios de transporte terrestre como o palanquim ou a cadeirinha e o cavalo, este último apenas utilizado por alguns residentes estrangeiros. Um subcapítulo ocupa-se da Gruta de Camões, encontrando-se a Casa Garden arrendada pela família Pereira a um inglês (Christopher Augustus Fearon) com a condição de a entrada nos jardins, onde se encontram algumas cobras – como em muitos outros locais da cidade –, nunca ser negada aos visitantes. O autor relaciona ainda a construção da muralha da cidade com a lenda-superstição (ignorante) que afirma que esta fora construída com mão-de-obra dos holandeses aprisionados aquando da tentativa de tomada da cidade, salva por intermédio de Santo António, que, de acordo com os macaenses, desceu dos céus e afugentou os inimigos. Um olhar interpretativo de um residente norte-americano, o missionário norte-americano David Abeel, refere também essa mesma “superstição” que lhe é relatada por um morador católico, comparando as (intolerantes) missões católicas com as missões protestantes e presbiterianas. Ainda quanto ao jovem desenhador, este descreve igualmente o Templo de Á-Má (Mage Miao 媽閣廟) e as suas vizinhanças (chinesas), monumento que, para além da sua “situação pitoresca”, é objecto de uma singular superstição. W. W. Wood apresenta, na sua obra, quer quadros do quotidiano luso e chinês da Macau oitocentista quer a decoração interior das casas dos portugueses e alguns dos monumentos e paisagens que marcam presença na maioria dos relatos ocidentais do enclave. William C. Hunter transcreve um poema da autoria do jovem em The ‘Fan Kwae’ e define Wood como “desenhador” e “poeta” pouco atraente, mas bem humorado, inteligente, educado e muito amigo do pintor George Chinnery (Bits of Old China). [R.M.P.] Bibliografia: Chinese Courier, 28/07/1831; HUNTER, William C., The ‘Fan Kwae’ at Canton Before the Treaty Days. 1825-1844, (Londres, 1882); HUNTER, William C., Bits of Old China, (Londres, 1885); LOW, Harriett, Lights and Shadows of a Macao Life: The Journal of Harriet Low, Travelling Spinster – Part One: 1829-1832, (Woodinville, 2002); PICKOWICZ, Paul G., «William Wood in Canton: A Critique of the China Trade before the Opium War», in Essex Institute Historical Collections, vol. 107, (Janeiro de 1971), pp. 3-34; WOOD, W. W., Sketches of China: With Illustrations from Original Drawings, (Filadélfia, 1830).
O rico comerciante António Ferreira Batalha faleceu em Macau (S. Lourenço) a 12 de Fevereiro de 1855. Da segunda geração da família macaense 'Batalha' de Macau, nasceu na Batalha de Portugal cerca de 1785. Foi proprietário da lorcha «Nova Esperança», de pinho chinês, com 1200 picos de carga, e armada com duas peças de calibre 8 e duas peças de calibre 3, todas com seus reparos e palamenta, 6 espingardas, 5 barris de pólvora inglesa, 155 balas para os referidos calibres e 107 cates de metralha. Esa lorcha foi utilizada em 1849 para apoiar o ataque que o tenente Vicente Nicolau de Mesquita dirigiu contra o Forte de Passaleão na China.
No dia 12 de Fevereiro de 1859, é publicado no Boletim do Governo o Mapa dos navios que obtiveram certificados do Capitão do Porto de Macau para sairem com colonos durante o ano de 1858. [No Boletim anterior ( 5 de Fevereiro de 1859) noticiava-se a libertação para daí a 12 anos -1869 - de servos e escravos na Rússia, calculando o seu número, sem falar dos servos da coroa, em 23.000.000, só homens]. O mapa agora publicado não menciona ainda navios russos, o que virá a acontecer, mas sim de outras nacionalidades europeias e do continente americano, com destino a Batávia, Java, Singapura, Callao de Lima, Demerara (via Hong Kong, Surinam e Havana), com um total de emigrados adultos masculinos de 10.074. Igualmente é apresentado o mapa de emigrados chinas saídos de Hong Kong no mesmo período, com destino a San Francisco, Melboume, Sydney, Havana e Demerara, num total de 15.624 adultos masculinos. (Cfr. Silva, B.B., Emigração de Cules - Dossier Macau - 1851-1894. Ed. Fundação Oriente. Macau, 1994)
Também conhecida como Macarira, a Ilha de D. João (chamada pelos chineses de Xiaohengqin 小橫琴 [Pequeno Saltério Atravessado]), fica situada em frente da ilha de Taipa, em Macau, separada por um canal de água de apenas algumas centenas de metros. Estende-se na direcção Este-Oeste e a sua parte central eleva-se com duas alas caídas, o que lembra um saltério, daí o seu nome. Hoje e praticamente parte integrante da Dahengqin 大橫琴 (Saltério Atravessado, a Montanha). Antigamente, era também conhecida como Duowei 舵尾 (Cauda do Leme), nome que consta da seguinte passagem da Aomen Jilue 澳門記略 (Monografia Abreviada de Macau):“Seguindo o contorno da Baía para sul, a uma distância de uns 10 li 里 em direcção ao mar, fica à direita Duowei 舵尾 (Cauda do Leme) e à esquerda Jijing 雞頸 (Pescoço de Galinha, Taipa). Mais uns tantos li 里 para o mar, encontra-se Hengqin 橫琴 (Saltério Atravessado, a Montanha), à direita, e Jiu'ao 九澳 (Nove Baías, Coloane), à esquerda. Essa zona, semeada de baías e ilhas por todo lado, assemelha-se a uma letra Dez (cruz), e daí o nome de Shizimen 十字門 (Porta da Letra Dez, Canal da Taipa) ou Porta da Baía (Aomen 澳門, Macau).”Juntamente com outras três ilhas vizinhas, formava o que se chamava Shizimen 十字門 (Canal do Dez, Canal da Taipa). Desde tempos imemoriais, Shizimen 十字門 constituía passagem obrigatória para as embarcações chinesas que iam para a Ásia Maritima. Com a presença portuguesa no litoral chinês, o canal tornou-se muito frequentado por navios mercantes lusos que navegavam pela costa chinesa e, maistarde, em viagens ao Japão. Com a chegada de outros europeus a Macau, a Shizimen 十字門 converteu-se num ancoradouro de espera para todas as nações. Antes de fazer a viagem pelo Rio das Pérolas até Whampoa (Huangpu 黃埔), todos os navios não lusos, com mais de 500 toneladas, tinham de recrutar aí pilotos, intérpretes e outros oficiais. Sem estas formalidades, seriam inviabilizados pelas autoridades de Guangdong 廣東. Embora não se tivesse efectuado a ocupação efectiva portuguesa da ilha de D. João, foram tomadas algumas medidas para simbolizar uma alegada soberania sobre a mesma. A partir de 1850, os Portugueses comçaram a nomear um Tipu (regedor) para a ilha e impor a décima. Praticamente, estava sob a jurisdição do Comandante da Taipa e de Coloane e do Administrador do Concelho das Ilhas. Além do policiamento da ilha, os portugueses promoveram ainda o ensino público na mesma, tendo a Escola da Ilha de D. João sido criada a 12 de Fevereiro de 1884. A leprosaria, que funcionou durante três séculos num hospício na povoação de S. Lázaro, na Península de Macau, sob administração da Santa Casa da Misericórdia, passou, em 1878, para a ilha, ficando sob administração do Governo. A partir de 1885, para evitar a promiscuidade, as mulheres foram enviadas para Jiuao, em Coloane. Em Maio de 1953, a leprosaria foi transferida para lugar incerto. [J.G.P.] Bibliografia: Aomen Zhuandang [Arquivo Especial de Macau], 4 vols., (Taiwan, 1992-1996); Cartografia Náutica de Macau através dos Tempos, (Macau, 1986); HUANG Peishen (dir.), Aomen Jiewu Zhengchikao [Sobre os Confl itos dos Limites de Macau], (Guangdong, 1931); JESUS, Augusto Montalto de, Macau Histórico, (Macau, 1990); JIN Guo Ping; WU Zhiliang, Dongxiwangyang [Em Busca de Historia(s) de Macau Apagadas pelo Tempo], (Macau, 2002); JIN Guo Ping; WU Zhiliang, Jinghai Piaomiao [Histórias de Macau-Ficcao e Realidade], (Macau, 2001); JIN Guo Ping; WU Zhiliang, Yueao Gongdu Lucun [Correspondência Trocada entre as Autoridades de Guangdong e os Procuradores do Senado], 8 vols., (Macau, 2000); LJUNGSTEDT, Anders, An Historical Sketch of the Portuguese Settlements in China; and of the Roman Catholic Church and Missions in China & Description of the City of Canton, (Hong Kong, 1992); MARQUES, José Luís, Breves Memorias acerca da Soberania e Jurisdição Portuguesa nas Águas do Porto Interior de Macau: Ilha Verde, Lapa, Taipa, Coloane, D. João, Montanha e Território Neutro, (Macau, 1961); MORRISON, John Robert, A Chinese Commercial Guide, (Macau, 1844); PIRES, Benjamim Videira, Os Extremos Conciliam-se, (Macau, 1988); SALDANHA, António Vasconcelos de; JIN Guo Ping, Para a Vista do Imperador. Memoriais da Dinastia Qing sobre o Estabelecimento dos Portugueses em Macau(1808- 1887), (Macau, 2000); TEIXEIRA, Padre Manuel, Macau e a sua Diocese, vols. 1 e 13, (Macau); TEIXEIRA, Padre Manuel, Os Militares em Macau, (Macau, 1976); TEIXEIRA, Padre Manuel, Taipa e Coloane, (Macau, 1981); The China Pilot. The coasts of China and Tartary, from Canton River to the Sea of Okhotsk; with the adjacent islands, Hydrographic Department, (London, 1858); Xiang Da Liangzhong Haidao Jingzhen [Dois Roteiros Marítimos], (Pequim, 1982); YANG Jibo; WU Zhiliang; DENG Kaisong (dirs.), Mingqingshiqi Aomenwenti Danganwenxian Huibian [Colecção Documental de Arquivos das Dinastias Ming e Qing relativos a Macau], 6 vols., (Pequim, 1999); YANG Jibo; WU Zhiliang; DENG Kaisong (dirs.), Mingqingshiqi Aomenwenti Danganwenxian Huibian[Colecção Documental de Arquivos das Dinastias Ming e Qing relativos a Macau], 6 vols., (Pequim, 1999); ZHANG Rulin; YIN Guangren, Aomen Jilue [Monografi a Abreviada de Macau], ed. anotada, (Macau, 1992); ZHANG Wenqing; LOU Fan, Qingdai Aomen Zhongwen Dang'an Huibian [Colecção de Documentos Sínicos do IAN/TT Referentes a Macau], 2 vols., (Macau, 1999); Zhongshanwenxian [Documentação de Zhongshan], 8 vols., (Taiwan, 1985).
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