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Data de atualização: 2020/09/03
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Data de atualização: 2020/09/03
No dia 26 de Novembro de 1718, Manuel Favacho faleceu, deixando dote de casamento para 20 órfãs. Deixou ainda 400 pardaus para se celebrar na Igreja da Madre de Deus a novena e festa do Espírito Santo; e legou aos jesuítas a administração da viagem à Cochinchina durante alguns anos. É provável que a doação às meninas órfãs levasse o Senado a fundar o Recolhimento da Santa Casa, de que nos fala Frei José de Jesus Maria. De facto, a 26 de Dezembro de 1718, o Senado determinou que se destinasse meio por cento para a sustentação das “meninas órfãs, filhas de Portugueses, que com o beneplácito do Procurador, e mais Irmãos da Santa Casa, se fará nela um recolhimento com mais uma Senhora grave para Mestra das ditas Órfãs e duas servideiras, dando a cada uma três pardaus para seu subsidio, do dito por cento, e o que restar ficasse em um cofre depositado na mesma Casa da Misericórdia para dote das órfãs”.
Manuel Favacho faleceu, deixando dote de casamento para 20 órfãs
Faleceu Francisco João Marques em S. Lourenço a 16 de Fevereiro de 1869. Primeiro filho de Domingos Pio Marques de Noronha e Castelo Branco, da 4ª geração da família macaense 'Marques', nasceu em S. Lourenço a 25 de Junho de 1807. Capitão de navios. Em 1837 comandava a barca «Tranquilidade», que viajava para Bombaim e Singapura. Mais tarde fixou residência em Ning-Pó, no norte da China, onde foi cônsul de Portugal. Aí recebeu em 1854 a visita da corveta «D. João I» que fora enviada pelo governo de Macau para combater o pirata Apak.
Faleceu Francisco João Marques
Henrique Caetano Brandão de Figueiredo faleceu em Xangai a 4 de Dezembro de 1895. Nascido em Macau, é da terceira geração da família macaense 'Figueiredo' de Macau. Comerciante em Xangai. Vivia numa casa enorme chamada «Benfica», com dois courts de ténis e uma grande sala de jantar com mesa para 24 pessoas.
Henrique Caetano Brandão de Figueiredo faleceu em Xangai
No dia 3 de Janeiro de 1739, “Bartolomeu de Sá, grande comerciante em Madrasta, estabeleceu-se em Macau, onde fez o seu testamento aos 3 de Janeiro de 1739. Instituiu uma espécie de morgadio na descendência do seu irmão João de Sá, com o encargo de 100 missas ao ano sobre os bens que comprou em Aldona. Além disso, enviou de Macau 20 000 serafins em 2 000 pagodes, a favor da Congregação do Oratório de Goa, para se fundarem quatro capelas de missa diária e para subsídio às órfãs brâmanes. Em 2 de Agosto de 1759, habilitou-se como seu herdeiro universal Dionísio da Costa, de Macau, e demandou com a referida Congregação, que lhe deu 6 500 serafins. Os dotes na importância de 600 serafins eram anualmente dados às órfãs brâmanes mas em 1756, se deram 200 serafins a uma filha do chanceler, por ordem da Junta. Um certo António Caetano de Sá, de Macau, era, segundo parece, seu descendente”.
Bartolomeu de Sá estabeleceu-se em Macau
Francisco António Pereira da Silveira faleceu na Sé a 16 de Setembro de 1873. Filho mais velho de Gonçalo Pereira da Silveira, nasceu na Sé a 2 de Dezembro de 1797. Frequentou o Seminário de Macau até à morte de seu pai, tendo desistido da ideia de ir para Coimbra cursar Direito, a fim de assumir a chefia da família e da casa comercial. Foi almotacé da Câmara em 1815, vereador do Leal Senado em 1822, escrivão do juiz de direito de Macau, irmão, tesoureiro e provedor da Santa Casa da Misericórdia. Casou com D. Francisca Ana Benedita Marques. Tem 5 filhos, o terceiro filho é Albino Pedro Pereira da Silveira.
Francisco António Pereira da Silveira faleceu
Alexandrino António de Melo faleceu em Marselha, França, a 21 de Maio de 1877. Da terceira geração da família macaense 'Melo' de Macau, nasceu em Macau cerca de 1809, filho de António Gotero de Melo, que deve ter ido para Macau nos finais do Século XVIII. Alexandrino António de Melo é grande comerciante, proprietário e um dos 40 maiores contribuintes de Macau. Almotacé da Câmara de Macau eleito em 1840, membro do Conselho da Província (1872), procurador do Governo de Timor (1873), e cônsul do Brasil em Macau. Fundou por sua iniciativa a «Nova Escola Macaense» (1862), cujos fundos depois reverteram para a «Associação Promotora da Instrução dos Macaenses» de que ele foi também um dos fundadores em 1871. Foi ainda sócio fundador e um dos primeiros directores da «Hong Kong, Canton &Macao Steamboat Company». Barão do Cercal por decreto de 11.5.1851, e Visconde do Cercal por carta de 5.4.1867. Mandou edificar para sua residência a casa da Praia Grande (hoje Palácio do Governo) e foi também proprietário da Quinta de Santa Sancha (hoje residência oficial do Governador de Macau).
Alexandrino António de Melo faleceu em Marselha
Nicolau Tolentino Fernandes faleceu em S. Lourenço a 17 de Janeiro de 1898. Nasceu em St. António a 10 de Setembro de 1823, irmão do Conde Bernardino de Senna Fernandes. Foi tipógrafo e proprietário da Tipografia Mercantil N. T. Fernandes.
Nicolau Tolentino Fernandes faleceu em S. Lourenço
Francisco Rangel da Costa nasceu em cerca de 1680, mas não se conhece a sua naturalidade, embora se possa admitir que fosse natural de Goa. Com efeito, por esta altura viviam na freguesia de S. Bartolomeu da ilha de Chorão em Goa, os descendentes de Gonçalo Rangel e de Maria Gonçalves, que casaram naquela freguesia em 1618. Ao certo, sabe-se que faleceu em Macau a 20 de Maio de 1724, deixando 1000 taéis, 1/3 para a mesa da Misericórida, 1/3 para missas e 1/3 para esmolas a viúvas e orfãos. Rico mercador e proprietário de navios, foi tesoureiro e procurador do Senado (1701,1706 e 1709), almotacé da Câmara em 1702 e provedor da Misericórdia (1711).
Faleceu Francisco Fangel da Costa
Maximiano António dos Remédios faleceu em S. Lourenço a 30 de Outubro de 1899. Nasceu em S. Lourenço a 23 de Fevereiro de 1849, da terceira gerção da família macaense 'Remédios' de Macau. Rico comerciante e proprietário, arrematante da lotaria Vae Seng e agente da Companhia Marítima Asiática-Mexicana. Vereador do Leal Senado, membro do Conselho Técnico de Obras Públicas, membro da comissão administrativa da Santa Casa da Misericórdia, Juiz de Paz da freguesia de S. Lourenço, presidente do Club «União» e presidente da Confraria de Nª Srª do Rosário (1889-1890). Sócio fundador da Associação Promotora da Instrução dos Macaenses (APIM), fundada em 1871. Era proprietário da chácara de S. José, vulgarmente conhecida por chácara de Manochái, sita na Calçada das Chácaras, junto a Santa Sancha, a qual foi vendida por sua viúva, em 1902, à Santa Casa da Misericórdia, então proprietário do Hotel Bela Vista, para aumentar a sua área de expanção.
Maximiano António dos Remédios faleceu em S. Lourenço
| Personagem: | Ho Yin, 1908-1983 |
| Tempo: | Após o estabelecimento da RPC em 1949 até 1999 |
| 1983 | |
| 1984 | |
| 1985 | |
| Palavra-chave: | Comerciante |
| Fonte: | Arquivo de Macau, documento n.º MNL.03.25.058.F |
| Entidade de coleção: | Arquivo de Macau |
| Fornecedor da digitalização: | Arquivo de Macau |
| Tipo: | Imagem |
| Fotografia | |
| Preto e branco | |
| Formato das informações digitais: | TIF, 1408x2000, 2.69MB |
| Identificador: | p0004143 |
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